quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Férias....

Estarei de férias de 10/12/2009 à 02/02/2010.
A todos colegas da Faculdade e, amigos boas férias.
Até lá....lógico em 2010 né.
Bjs,

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Aprovada na CCJC do Senado a PEC dos jornalistas

A PEC 33/09, que restitui a exigência do diploma de jornalista, foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado nesta quarta-feira (02/12). Na semana passada o presidente do Senado, José Sarney, prometeu a dirigentes sindicais dos jornalistas que se empenhará na agilização da tramitação da matéria. Representantes da FENAJ reunem-se ainda nesta semana com a Frente Parlamentar em Defesa do Diploma para definição dos próximos encaminhamentos.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Condordo plenamente com a filósofa Marilena Chauí quando diz...

“Numa sociedade democrática, eu procuro o meu representante e digo as minhas reivindicações, de grupos e classe sociais. No Brasil, você vai, pede licença para entrar no gabinete do político, senta numa cadeira, espera quando der na veneta dele para ser atendido e pede um favor. Ou seja, o representante se torna superior a você, mandante do qual você recebe favores e ao qual você obedece. Isso é uma calamidade!”, afirma Marilena Chauí. “A noção republicana de representação é o contrario: a fonte de poder somos nós e o representante recebeu de nós um mandato. Por isso não podemos ter com ele uma relação de clientela e subordinação”.

Emagreça até 8 kg por mês

Fórmula caseira que emagrece até 8 kg por mês,
Ligue: (61)92596456 falar com Julciara.

Depoimento: eu, pesava 94 quilos, com apenas 15 dias tomando a fórmula dentro das medidas certas, já eliminei quatro quilos.
Julciara - estudante de jornalismo

Peça já o seu, e fique linda e aproveite o verão!

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Livro destaca fatos mais importantes da concretização do sonho de JK

Livro de jornalista que acompanhou a inauguração de Brasília destaca os fatos mais importantes ocorridos antes e depois de 1960, quando o sonho de Juscelino Kubitschek, literalmente, se concretizou

Adirson Vasconcelos, o autor: desde 1957, relatos minuciosos dos bastidores da construção da capital
Há exatos 50 anos, o então presidente Juscelino Kubitschek transmitia uma mensagem de ação de graças ao povo brasileiro. No mesmo dia, uma comissão de personalidades visitou JK para sugerir uma fundação que representasse o pensamento das elites intelectuais do país. Um ano antes, em 1958, chegava a Brasília um grupo de autoridades vindas de Anápolis (GO), no trem experimental para a futura capital. O dia 26 de novembro guarda momentos memoráveis em diferentes anos da história da capital. Estes e outros fatos estão registrados no livro Efemérides — As grandes datas de Brasília e JK, que será lançado amanhã na Biblioteca Nacional.

Exemplares antigos de jornais, livros e relatos de pioneiros detalham os acontecimentos que antecederam a inauguração de Brasília e fatos importantes dos anos seguintes. Tudo estava espalhado em centenas de publicações, gravações e vídeos. Durante seis anos, um jornalista organizou a maçaroca de informações em uma enciclopédia da cidade. Aos 73 anos, Adirson Vasconcelos lança o livro das efemérides, uma coletânea de dados com tudo o que se passou antes e depois do 21 de abril de 1960.

O autor guarda os blocos usados na apuração de reportagens no tempo em que mandava novidades de Brasília para o mundo. Em 1957, ele desembarcou no Planalto Central para escrever sobre a construção. A cada aniversário da cidade, o pioneiro montava uma pasta com jornais publicados no dia e lembranças da festa. Todo esse material foi resumido em itens e separado por dia. O dia 26 de novembro, por exemplo, tem 14 tópicos, de 1958 a 2010. De 1º de janeiro a 31 de dezembro, todos os dias do ano são acompanhados pelos fatos correspondentes. São 1.160 páginas da história da capital.

“O que eu tive por Brasília era paixão. Quando cheguei aqui, em maio de 57, já senti algo diferente”, lembrou Adirson. No primeiro contato com JK, em uma festa oferecida por Assis Chateaubriand, surgiu uma longa amizade. Dos encontros com o presidente, autoridades em visita a Brasília e com os candangos que construíam a cidade, saíram os textos que contariam o desenvolvimento da cidade.

Datas relevantes
Os tópicos referentes ao período de 1957 a 1960 mostram o empenho em concluir a obra a tempo. “Todo mundo tinha um ideal, era entusiasmado. JK colocou na cabeça de todos que estávamos construindo a capital do Brasil. Ele dizia: ‘Conto com vocês para a inauguração’”, lembra. Em 2003, o jornalista sentiu a necessidade de organizar os arquivos guardados em casa e escrever o livro que há muito vinha idealizando. “É um resgate que nenhuma cidade tem de seus fundadores”, comentou. Documentos oficiais, anais da Câmara e do Senado e registros antigos ajudaram no trabalho.

Os dias 21 de abril e 31 de dezembro ganharam tratamento especial do autor. “Me prendi nesses dias para deixar o leitor ciente do que aconteceu”, reforçou. Em 21 de abril de 1959, um ano antes da inauguração da cidade, foi aberta a primeira biblioteca pública de Brasília, na segunda avenida do Núcleo Bandeirante. Naquele dia, operários concretaram as lajes dos últimos pavimentos dos 14 primeiros blocos construídos no Plano Piloto.

A festa de inauguração, em 1960, é detalhada. Mais de 100 mil pessoas moravam no DF e presenciaram um espetáculo de fogos de artifício. A Arquidiocese e a Catedral Metropolitana foram instaladas no mesmo dia. Deputados e senadores realizaram sessões preparatórias, seguidas pela instalação solene do Congresso Nacional.
F. Elisa Tecles-CB-26/11/2009 09:15

domingo, 22 de novembro de 2009

Nossa familia está abraçando vocês, essa familia amiga, que tanto amamos...

"Que nestes dias de festas, a Paz e a Alegria reine em seu Lar. Proporcionando a você como todos que o cercam, ótimos momentos de Felicidade, Amor e União. São os mais sinceros votos." Que a reunião familiar realizada neste dia seja uma extensão de felicidade para todo o próximo ano. Que o amor reine pleno em sua vida Trazendo consigo uma felicidade infinita Feliz Natal".

Os primeiros caminhos rumo a Brasília...sonhos de Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek

Dono do primeiro hotel da Cidade Livre, José Carlos de Souza tem lembranças caudalosas de sua convivência com Bernardo Sayão. E esclarece como aconteceu a morte do motorista do engenheiro
Já era dia, quando o alto-falante acordou a Cidade Livre com o inacreditável: o engenheiro Bernardo Sayão estava morto. Era 16 de janeiro de 1959. Dono do Hotel Souza, o primeiro da cidade, José Carlos de Souza correu para o bar de Otacílio Gomes dos Santos, locutor e radioamador que transmitia o programa A voz de Brasília. O engenheiro que começou a construir Brasília, que estava abrindo a Transbrasiliana, que havia construído estradas no norte de Goiás nos anos 1940, havia sido abatido por uma árvore amazônica.

O dono do Hotel Souza conhecia o herói desde 1941, quando Sayão chegou a Anápolis(GO) para abrir caminho em direção à Colônia Agrícola Nacional de Goiás, projeto que integrava a Marcha para o Oeste, operação do presidente Getúlio Vargas para ocupar áreas esquecidas do país. Souza foi tratorista do engenheiro nos primeiros 56 quilômetros de estrada. Depois, decidiu voltar para Anápolis e o bandeirante moderno seguiu desbravando o sertão goiano, riscando linhas no Cerrado e deitando cascalho na estrada.

Encontraram-se novamente durante a campanha eleitoral de 1954. Sayão era candidato a vice-governador de Goiás e Souza havia sido nomeado prefeito interino da goiana Rialma. Dois anos depois, quando soube que Juscelino Kubitschek estava disposto a construir a nova capital em Goiás e que o ex-patrão se embrenhara no projeto, o ex-tratorista da Marcha para o Oeste foi para Luziânia tentar encontrá-lo. Filho de uma dona de pensão, ele mesmo proprietário de um hotel em Rialma, José Carlos de Souza pensou de imediato em montar uma hospedaria no canteiro de obras de Brasília.

Souza nem teve tempo de detalhar seu projeto a Bernardo Sayão. O engenheiro se adiantou: “Foi bom você vir. Você fica comigo esses dias, estou muito cheio de serviço. Pega a
José Carlos de Souza, à direita, conduzindo Bernardo Sayão
caminhonete. No caminho a gente vai conversando”. De Luziânia, passaram nas obras do Catetinho (construído em 10 dias) e de lá desceram até a hoje Candangolândia, onde alguns operários demarcavam uma pista para pouso de aviões de pequeno porte.

Desses dias, Souza guardou imagens das quais jamais se esqueceu: “O agrimensor já havia balizado a pista da Candangolândia, mas doutor Sayão não estava de acordo. Então, fui guiando a caminhonete e ele, com a porta aberta, ia arrancando as estacas, jogando fora e mandando fazer tudo de novo”. O engenheiro também não aceitou as demarcações do Palácio da Alvorada. E lá, do mesmo modo, ele foi tirando as estacas para que o local fosse novamente demarcado.

Daqueles primeiros dias do surgimento de Brasília, José Carlos de Souza, 88 anos, jamais se esqueceu do que viu: de dentro um avião de grande porte, na pista de pouso da Fazenda do Gama, saiu um caminhão cheio de madeira. Se a memória do velho goiano não o traiu, a lenda que correu o Brasil anunciando que, para construir a nova capital, Juscelino transportou tijolo de avião, tem sua razão de existir.

Passada a inauguração do Catetinho, em 11 de novembro de 1956, Bernardo Sayão perguntou a Souza: “Você quer serviço?”. Não era emprego que o goiano queria. “Quero fazer um hotel, doutor Sayão”, respondeu, ao que o engenheiro retrucou: “Não tem nenhuma área programada para hotel”. O motorista lembrou que não havia lugar para hospedar os visitantes e os que estavam chegando sem ainda ter onde morar. Sayão disse que iria tratar do assunto com o presidente da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). Israel Pinheiro não queria nenhuma aglomeração urbana ao redor de Brasília, mas acabou cedendo à ideia de um assentamento provisório de candangos, a Cidade Livre.

Estava, assim, autorizado o surgimento do primeiro hotel de Brasília, o Souza, construção em madeira na Avenida Central na esquina coma Travessa Dom Bosco, bem como o de uma cidade, que se pretendia provisória, ao lado da nova capital. Enquanto buscava material de construção em Anápolis, o ex-tratorista trouxe a família e montou uma barraca de lona de caminhão. Desde esse período, Souza e Tânia já atendiam os forasteiros: “Sempre tinha gente querendo comer, porque não tinha outro lugar”. Na véspera da Primeira Missa, em 3 de maio de 1957, o hotel estava lotado. Mais que isso: estava superlotado. “Era colchão no corredor, um atrás do outro. Coloquei colchão até debaixo da cama.”

O Hotel Souza, o primeiro da Cidade Livre: colchões no corredor e debaixo das mesas
Foram dois anos de muito trabalho, entre 1957 e 1959. Ao mesmo tempo em que cuidava do hotel, Souza atendia ao velho patrão de gestos impetuosos e capacidade de trabalho descomunal. “Ele chegava com a caminhonete cheia. Me dava a chave, dizia ‘leva ela para a granja’ e subia no primeiro caminhão que aparecia e pedia: ‘Me leva na Novacap’”. José Carlos de Souza testemunhou o desprendimento do engenheiro: “Doutor Sayão era um homem que chegava em qualquer casa, entrava pela porta adentro, ia destampando a panela no fogão, tirava um pedaço de frango e ia comendo. Às quatro da manhã, já tinha gente na porta da casa dele, esperando ele acordar pra pedir emprego. Era quando dava pra pegar ele em casa.”

O herói do Brasil que queria ser moderno já havia encantado um presidente da República (Juscelino), um dos mais consagrados escritores norte-americanos (John dos Passos), um intelectual brasileiro de primeira grandeza (Antônio Callado) e milhares de candangos de pele pintada de terra vermelha.

Naquele instante, entre a noite e o dia, em que o alto-falante da Cidade Livre anunciou a morte de Bernardo Sayão, o dono do hotel Souza sentiu “uma tristeza profunda”. Mas não ficou parado. Depois de correr até o bar do radioamador para confirmar a tragédia, Souza saiu para dar a terrível notícia à mulher de Sayão. Chegou à casa da Rua do Sossego, na hoje Candangolândia, e encontrou a empregada fazendo o café. Pediu para falar com dona Hilda, que apareceu de camisola como quem desconfia, pela voz do visitante, que algo grave havia acontecido. Souza se lembra apenas de a senhora Sayão ter pedido a ele que mandasse lacrar o caixão para que os filhos não vissem o corpo dilacerado do pai.

A tragédia viria acompanhada. Durante toda a noite seguinte, a Cidade Livre velou o corpo do herói de 1,84m e envergadura de estátua grega na capela do Padre Roque. Quando amanheceu e os candangos se preparavam para sepultar Bernardo Sayão, Souza mandou que o motorista Benedito Segundo tirasse o caminhão dos fundos do quintal e o pusesse diante da fachada principal do hotel. Funcionário da Novacap a serviço do engenheiro, Benedito ficava no hotel quando o patrão estava fora. O motorista de Sayão, até então silencioso, entrou no caminhão e, quando deu a partida, tombou sobre o volante. O motor rangeu rudemente. Benedito Segundo estava morto.

Os corpos de Bernardo Sayão e Benedito Segundo inauguraram o Campo da Esperança numa triste manhã de chuva e lama. Souza ajudou a carregar o caixão de Benedito, que seguiu atrás do de Sayão e foi sepultado ao lado do engenheiro. Era 17 de janeiro de 1959. Em agosto, ele vendeu o hotel. Na segunda-feira passada, na varanda de sua casa no Bairro Estrela Dalva, em Luziânia, ele contou essa história.
fonte:CB 21/11/09

Faça como a Águia...diante das diversidades da vida...

Quando as tempestades da vida. Surgem escuras à minha frente,
Me recordo de maravilhosas palavras, que uma vez eu li.
E digo a mim mesmo:

Quando pairarem nuvens ameaçadoras,
Não dobre suas asas
E não fuja para o abrigo.

Mas, faça como a águia,
Abra largamente as suas asas
E decole para bem alto,
Acima dos problemas que a vida traz.
Pois a águia sabe
Que quanto mais alto voar,
Mais tranqüilos e mais brilhantes
Tornam-se os céus.

E não há nada na vida
Que Deus nos peça para carregar
Que nós não possamos levar planando
Com as asas da oração.

E ao olhar para trás
Verá que a tempestade passou,
Você encontrará novas forças
E ganhará coragem também

Brasileiro lê apenas um livro por ano...

Um levantamento do Instituto Pró-Livro confirma que o brasileiro lê pouco. São 77 milhões de não leitores, dos quais 21 milhões são analfabetos. Já os leitores, que somam 95 milhões, leem, em média, 1,3 livro por ano. Incluídas as obras didáticas e pedagógicas, o número sobe para 4,7 – ainda assim baixo. Os dados estão na pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, feita com 5.012 pessoas em 311 municípios de todos os estados em 2007.

“O livro é pouco presente no imaginário do brasileiro”, explica o diretor do Livro, Leitura e Literatura do Ministério da Cultura, Fabiano dos Santos.

Nos Estados Unidos, por exemplo, a população lê, em média, 11 livros por ano. Já os franceses leem sete livros por ano, enquanto na Colômbia, a média é de 2,4 livros por ano. Os dados, de 2005, são da Câmara Brasileira do Livro (CBL) e do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), que integram o Instituto Pró-Livro.

Detalhes dos hábitos do brasileiro relacionados ao livro, revelados na pesquisa, atestam esta afirmação. O levantamento considera como não leitores aqueles que declararam não ter lido nenhum livro nos últimos três meses, ainda que tenha lido ocasionalmente ou em outros meses do ano.

Entre os leitores, 41% disseram que gostam muito de ler no tempo livre, enquanto 13% admitiram que não gostam. Também entre os 95 milhões de leitores brasileiros, 75% disseram que sentem prazer ao ler um livro, mas 22% sustentaram que leem apenas por obrigação.

Com as estatísticas nas mãos, Fabiano dos Santos diz que há dois caminhos a percorrer para fazer do Brasil um país de leitores: ampliar o acesso ao livro e investir na formação de leitores.

A pesquisa Retratos da Leitura no Brasil sugere que a maior influência para a formação do hábito da leitura vem dos pais, o que explica o fato de que 63% dos não leitores informaram nunca terem visto os pais lendo.

Por outro lado, o levantamento sugere que o hábito de ler é consolidado na escola e quanto maior o nível de escolaridade, maior o tempo dedicado à leitura. Entre os entrevistados com ensino superior, há apenas 2% de não leitores e 20% disseram que dedicam entre quatro e dez horas por semana aos livros. Este índice cai para 12% entre estudantes do ensino médio.

“É em casa e na escola, que os leitores são formados. Depois dos pais, os professores são os maiores incentivadores, mas poucos têm a experiência da leitura. E, neste caso, fazer do aluno um leitor é uma mágica”, diz o diretor do Livro do Ministério da Cultura.

O professor de Literatura Dilvanio Albuquerque considera que o desinteresse do brasileiro pelos livros não pode ser atribuído apenas à família e à escola. “O problema é mais amplo. Não podemos falar que a culpa é da instituição, seja ela familiar ou escolar, porque, na verdade, o problema é cultural”.

Para o professor, até entre os universitários, o hábito da leitura não é comum, inclusive nos cursos em que o contato com a escrita é fundamental. “Normalmente a universidade não oferece um bom acervo. Moramos em um país em que os livros são caros e de difícil acesso”, disse.
fonte: ab 21/11/09

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Sérgio Murillo, presidente FENAJ apresenta embargos contra a decisão STF

STF publica acórdão sobre o diploma. FENAJ prepara embargos

O Diário da Justiça do STF (Supremo Tribunal Federal) publicou nesta sexta-feira, (13/11), o acórdão do julgamento que extinguiu a obrigatoriedade da formação superior específica para o exercício do Jornalismo. A decisão do Supremo é de 17 de junho passado e deixou revoltados os jornalistas brasileiros e perplexa e apreensiva toda a sociedade. Na próxima segunda, o presidente da FENAJ, Sérgio Murillo de Andrade, reúne-se, em São Paulo, com o advogado João Roberto Pizza Fontes para discutir a possibilidade de apresentar embargos declaratórios sobre a decisão do STF.
Na interpretação do presidente da FENAJ o texto saiu sob encomenda dos patrões. "É um escândalo que o acórdão declare a inconstitucionalidade de um conselho ou uma ordem profissional que não estava sob julgamento", declarou. Para ele, a regulamentação continua em vigor e a necessidade do registro também. "Em que pese as manifestações públicas de ministro Gilmar Mendes contra a profissão, vamos seguir lutando no Congresso Nacional para restabelecer a exigência do diploma", disse Murillo. Com a publicação do acórdão, a Federação vai solicitar uma audiência com o Ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, para discutir como serão os procedimentos de registro de jornalista que o Ministério irá adotar.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Especialmente para minha irmã Maria Helena, residente em São Vicente - Litoral/SP.

Para que a modéstia? Reconheça teu valor…
És especial!!!
Mereces todas as glórias !!!
Orgulhe de ti mesmo!
és digna…
tudo conseguiste em virtude de teus méritos…
Lutaste!
Venceste!
Tantas e tantas vezes ficaste trite...
mas reagias sempre…
Reconheça …
Que pessoa maravilhosa que és…e merecedora dessa conquista
Dê-te então parabéns pela conquista hoje de um novo amanhã!!!
Plantas hoje a semente de uma colheita que será abundante…
Parabéns pela tua nomeação, tão esperada...
Bjs, Te amo!

Estudantes de jornalismo do Unicesp cobrem o evento

O Parlamento Jovem reúne 78 estudantes do ensino médio, entre 16 e 22 anos, de escolas públicas e particulares de todos os estados. Os jovens, selecionados após enviarem sugestões de projetos de lei, participam até sexta-feira de uma jornada parlamentar simulada que inclui apresentação de projetos e emendas, debates e votação nas comissões e no plenário. A cobertura do evento está sendo realizada por estudantes de Jornalismo do Unicesp do Distrito Federal.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Brasileiro testemunhou o muro cair


No quarto dia da série sobre os 20 anos da queda do Muro de Berlim, o Terra conta a história de Guarani Martins de Morais, brasileiro que foi testemunha do dia 9 de novembro de 1989. Após viver em Rostock, na antiga Alemanha Oriental, ele se mudou para Berlim para estudar e foi um dos milhares que cruzaram as fronteiras rumo a Berlim Ocidental.

O encerramento da série especial acontece na sexta, com uma reportagem que aborda o legado do Muro de Berlim. Ainda que a maior parte dos seus 155 km de extensão tenha sido demolida, parte intactas do muro tornaram-se pontos turísticos importantes de Berlim. A colaboradora do Terra na Alemanha, Julia Dócolas, percorreu esses locais e descreve cada um deles.

O material é complementado com um grande infográfico, com mapas da Alemanha dividida, ilustrações que mostram como funcionava o muro, os personagens da construção e queda da barreira, descrições das tentativas de fuga e mortes, além de cronologia, fotos e um quiz para os internautas testarem seus conhecimentos.

Ossis x Wessis
A série iniciou na segunda-feira, com duas reportagens apresentando as diferenças entre "ossis" e "wessis", a denominação alemã para as pessoas que nasceram na Alemanha Oriental e Ocidental, respectivamente. O texto fala sobre as diferenças sociais que ainda estão presentes no país e sobre o clima de rivalidade que existe entre os dois lados.

Nesta terça-feira foi publicada a história de Christoph Kulicke, músico berlinense da antiga Orquestra Sinfônica de Berlim. Neto de pastor e sem uma relação estreita com a política vigente, Kulicke e sua família sofreram com a perseguição da Stasi por não serem membros dos movimentos políticos de apoio ao regime socialista.

No terceiro dia da série de reportagens especiais, o Terra trouxe dois artigos assinados pelo historiador Voltaire Schilling. O primeiro conta como foram as manifestações ocorridas em outubro de 1989 em Leipzig, que precederam a queda do muro, e o segundo narra os acontecimentos da noite do dia 9 de novembro de 1989.

AMBr 50 anos – Desde 1959 fazendo história em Brasília

Tive o prazer de compartilhar na elaboração dessa grande obra
Leia...

Ao completar 50 anos, a Associação Médica de Brasília queria contar a sua história e o Escritório de Histórias foi encarregado de dar forma a esse sonho. A decisão foi unânime: ninguém melhor do que aqueles que tiveram participação nos diferentes momentos pelos quais a AMBr passou para ajudar a reviver os fatos mais marcantes. Assim, foram entrevistadas mais de 30 pessoas entre presidentes, diretores, associados, funcionários e colaboradores, além de médicos que exerceram papéis importantes para a construção da Medicina na jovem capital do Brasil. Histórias, “causos” e lembranças foram mesclados à história de Brasília, inaugurada em 1960, mas que desde o início da construção contava com o trabalho valoroso de médicos idealistas, que apostavam no sucesso da empreitada no Planalto Central.

“Um mundo de poeira e vento. Isso era o que se via no início da construção de Brasília, quando os primeiros médicos chegaram para trabalhar na nova capital. Quem chega hoje à cidade, talvez pense nesses tempos como algo distante, acontecido há muito tempo. 50 anos se passaram desde a fundação da AMBr e nesse tempo, a Associação encontrou espaço para se fortalecer e crescer, assim como a cidade que ajudou a construir. A medicina daqueles tempos, as dificuldades, a evolução do trabalho médico e a trajetória da Associação Médica de Brasília se misturam na narrativa e levam o leitor a percorrer os muitos caminhos que levaram ao sucesso de uma entidade pioneira que completa meio século com muito a comemorar.” (texto impresso na contracapa do livro “AMBr 50 anos – Desde 1959 fazendo história em Brasília”)

O livro “AMBr 50 anos –Desde 1959 fazendo história em Brasília” foi ricamente ilustrado com fotografias da jovem cidade, obtidas junto ao Arquivo Público do Distrito Federal e aos acervos particulares gentilmente cedidos por alguns dos entrevistados, além do acervo da própria AMBr. A narrativa é dirigida tanto aos que participaram da construção e desenvolvimento da cidade e da entidade quanto aos que chegaram depois e, através do livro, poderão embarcar numa viagem pelos 50 anos da AMBr e da medicina de Brasília.
acesse o blog.escritoriodeestorias.com.br

sábado, 31 de outubro de 2009

Admirável Mundo Novo

A história do livro Admirável Mundo Novo, escrito por Aldous Huxley no ano de 1932, aborda o gênero fictício descrevendo uma fantasia de um mundo irreal, mas que ficou longe de ser perfeito, onde mostra alguma influência real e atual para aquela época. Começa questionando a função dos “neurônios” e o “nascimento” como sendo a criação do indivíduo se dando através de uma dependência ou um condicionamento humano - uma espécie de clonagem embrionária - que serve como base para uma nova geração dessa sociedade. Onde, afirma que “decantamos nossos bebês sob a forma de seres vivos socializados, e complementa – são futuros Diretores de Incubação no futuro”. E, também como sendo necessário esse tipo de controle, por que os nascimentos ocorriam aleatoriamente, comparando como se fosse uma indústria a uma grande linha de produção, igual à de Henry Ford. Este é responsabilizado por grande evolução, que era adorado por todos, pois foi o responsável pela invenção e criação do primeiro carro no mundo, chamado “Ford”. Huxley deixa claro que o condicionamento é de muita importância, e que a finalidade é “fazer as pessoas amarem o destino de que não podem escapar”. Mas, ao mesmo tempo se percebe uma discriminação nessa fabricação de seres humanos, diferenciando os Betas, Deltas e Gamas, siglas da Ciência Biológica usada para diferenciar esses seres como sendo mais inteligentes, chamava os Ípsilons de burros, brancos.
E, ele continua com seu raciocínio, fala de forma minuciosa, no primeiro capítulo, por várias vezes sobre “alfas, betas, gamas, deltas e ípsilons” – e, compara essas siglas, como sendo: responsáveis pelo desenvolvimento do ser humano, quanto à religião, sexo, prazer e reprodução, etc. Conceitua também como seria um “futuro sem família” e, sem democracia, sem cristianismo, sem arte e, mais ainda sem liberdade. Porque, o que se tinha de conhecimento com relação a esses conceitos – era algo completamente imposto e manipulado através das grandes massas, ditando regras em cima dessa sociedade. Deixa clara a preocupação da infiltração desses novos costumes dentro dessa sociedade, porque senão a “promiscuidade é a regra, “cada um pertence a todos” e que isso também serve como base para o controle, porque “a medida que diminui a liberdade política e econômica, a liberdade sexual tende a aumentar”. E, diante dessa evolução construída por Huxley já começa a ter uma certa preocupação com a infiltração de novos costumes e conceitos dentro dessa sociedade. E, criticando esses novos costumes, e menciona que só atrapalharia toda essa modernidade dentro dessa sociedade, acostumada a respeitar regras e viver certos costumes já condicionados desde o nascimento e para alguns indivíduos aceitarem a sua condição social, moral e até mesmo profissional, sem questionar na realidade a “sua sorte”, vamos dizer assim.
Então, quando Huxley cria essa sociedade fictícia, que unicamente viviam pelo prazer e, tinham que viver uma vida predestinada a uma sociedade submissa, onde toda a camada social já nascia – inclusive - até com cargos e empregos já escolhidos para o futuro, e, portanto, eram condicionados a gostar do que faziam, sem a menor pretensão de terem uma ascensão social e profissional. Outra questão também muito respeitada era a região que ele menciona como “mantras”, como por exemplo, não ficar com roupas velhas, jogue-as fora e compre novas, a separação de indivíduos, dependendo de qual atividade irá desempenhar ao longo da vida um tipo de condicionamento, tendo também os preparados para o trabalho pesado, aqueles que precisam pensar um pouco mais, aqueles que não precisam pensar muito. Porém, o sentimento era deixado totalmente de lado e, a maneira de viver a vida era o que mais importava.
Diante de toda essa modernidade, ele já menciona a existência de algumas drogas, tais como, o cigarro, o álcool. E, cita outra por nome de “Soma” que era legalizada e distribuída pelo próprio Governo. Mas que só era liberada para a cura de certas doenças como depressões, solidão, comuns naquela época.
E assim esse mundo novo já começava com um Governo muito autoritário bastante obcecado pelo controle total da população, devido ao surgimento de novas ideologias nem tão modernas, como o fascismo e o comunismo que já dominava as massas, ou seja, a sociedade daquela época.
Então, diante de tantos conflitos Huxley narra um romance cujos personagens eram Bernard, que inconformado com o vazio imenso de sua vida, sem sentimentos e achava que sua vida não tinha sentido. E, esse romance, passa a dar um sentido diferente para a vida dele, e assim viaja acompanhado de Lenina que era uma mulher linda, e que gostava de repetir o mesmo parceiro sexual. Já Bernard porque nasceu fisicamente menor quando todos eram “condicionados a associarem a massa corporal com a superioridade social”. Ao narrar o porte físico de Bernard, Huxley fala de outro personagem por nome de Watson, que era o oposto de Bernard. Watson já era melhor que todos em tudo que fazia. Porém, em uma sociedade que estimula a padronização das pessoas, e um ser humano diferente igual a Bernard, bom, melhor ou pior, não é visto com bons olhos pela sociedade. Estas diferenças se tornarão mais viáveis e relevantes quando conhecem um “selvagem” que se chamava John e que se parecia muito com as pessoas que viviam na cidade. Considerado normal na época em que o livro foi escrito, ele é retirado de uma Reserva Selvagem e levado para viver na civilização. Aldous conta a história de John, e deixa claro que ele é o personagem principal. No entanto quando John é levado para a civilização tenta ensinar a todos, significados diferentes com relação aos sentimentos. Começando pelo amor, a liberdade e o desejo através das citações de Willian Shakespeare, mas sempre em vão, porque apesar de suas palavras não surtirem nenhum efeito, suas ações surtiam. Então, começam a observá-lo, pois era considerado um animal bastante inteligente e por isso tinham receio que ele pudesse estranhar e atacar alguém que estivesse por perto.
Na história também é mencionado algo sobre a mãe de John, que se chamava Linda, mas ao mesmo tempo em que o escritor menciona a mãe, já fala que ela sumiu da civilização, citando poucas coisas com relação a ela, deixando como que uma incógnita para o leitor. Huxley continua narrando sobre John, que já morando nessa nova civilização, passa a conhecer tudo ao seu redor, inclusive começa a perceber a maneira diferente de como eram educadas as crianças e como vivem as pessoas neste novo mundo real para onde ele foi trazido. Então ele começa a entender muitas coisas novas em sua vida, que a partir desses novos conhecimentos passa a fazer grandes reflexões. E que em “um hospital John vê várias crianças ao redor de um doente muito mal, já em faze terminal, e ele fica espantado ao ver aquela cena, e vê uma enfermeira falando para aquelas crianças o verdadeiro sentido da morte.
Este raciocínio de Huxley – inteiramente imaginário - quando ele narra no primeiro capítulo falando da clonagem humana. E, a questão da discriminação entre os Ípsilons. Já pensou se fosse uma realidade hoje? Seria uma loucura! Vermos seres humanos com índoles ruins reviverem novamente. Talvez se fosse para clonarem os bons, como Einsten, Gandy, Madre Tereza de Calcutá e outros. Mesmo assim consegue deixar clara toda uma preocupação com a formação da índole do ser humano – ser boa ou ruim -. Principalmente a parte em que ele fala da fuga da realidade que o ser humano tem, através dos prazeres, do consumismo desenfreado e irracional. Levando a própria sociedade – a questionar tantas inversões de regras – a que estamos também condicionadas a seguir, hoje, em pleno século XXI.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Exemplar mais antigo da Bíblia é colocado na internet


Cerca de 800 páginas do exemplar mais antigo da Bíblia foram restauradas e estão disponíveis para consulta na internet.

Os visitantes poderão ver imagens de mais de metade do manuscrito Codex Sinaiticus, escrito em grego em folhas de pergaminho no século 4.

O projeto envolveu especialistas da Grã-Bretanha, Alemanha, Egito e Rússia, e, segundo eles, apresenta muitas possibilidades de pesquisa no futuro.

"O Codex Sinaiticus é um dos maiores tesouros escritos do mundo", afirmou Scot McKendrick, diretor de manuscritos ocidentais da Biblioteca Britânica, em Londres.

Israel apresenta a menor Bíblia eletrônica do mundo Antigo manuscrito da Bíblia estará disponível na internet Jogador rouba dinheiro virtual para pagar dívidas reais Cidade desiste de exigir 'identidade virtual' de candidatos a emprego nos EUA 'Seita' virtual exige que internautas tirem fotos com a cabeça dentro de geladeira
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"Este manuscrito de 1,6 mil anos é uma janela para se entender o desenvolvimento do início do Cristianismo, e se trata de uma evidência em primeira mão de como o texto da Bíblia foi transmitido de geração a geração", disse McKendrick.

"A disponibilidade do manuscrito virtual para estudiosos de todo o mundo cria oportunidades para trabalhos de pesquisa conjuntos que não seriam possíveis até o momento."

Segundo o especialista, a versão original do Codex Sinaiticus continha cerca de 1.460 páginas - cada uma medindo 40 cm por 35 cm.

Por 1,5 mil anos, o manuscrito ficou preservado em um mosteiro na Península do Sinai, no Egito. Em 1844, ele foi encontrado e dividido entre Egito, Rússia, Alemanha e Grã-Bretanha.

Acredita-se que o documento resistiu ao tempo porque o ar do deserto é ideal para a conservação do pergaminho, e porque o mosteiro permaneceu intocado por todos esses anos.

Para marcar o lançamento do site www.codexsinaiticus.org, a Biblioteca Britânica está realizando uma exposição em sua sede, em Londres, que incluiu vários artefatos históricos ligados ao manuscrito.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Unicesp se prepara para ser Centro Universitário


Arnóbio/Joana/Julciara
2º semestre de jornalismo
Qui, 20 de Agosto de 2009 21:37

O Unicesp, primeira faculdade do Guará, prepara-se para uma nova fase. Criada no início da década apenas como faculdade de Ciências Gerenciais, com os cursos de Ciências Contábeis e Administração, logo abriu outras faculdade e investiu em novos campi. Vieram as faculdades de Comunicação Social, Educação, Direito e Saúde. Em 2003 essas faculdades isoladas passaram a ser consideradas pelo Ministério da Educação como Faculdades Integradas. A mesma instituição de ensino superior oferecia cursos nas mais diversas áreas de conhecimento.
O rápido crescimento foi interrompido por uma crise na instituição. O incidente colocou em risco uma das maiores faculdades do Distrito Federal e foi amplamente divulgada, criando preocupação entre alunos, professores e funcionários. Essa crise foi completamente superada após a aquisição da estrutura do Unicesp pelo grupo de educação Soebras, um conglomerado nascido em Montes Claros e gerente de diversas faculdades pelo país. “Toda vez que a gente fala como estamos hoje, lembramos de um passado não muito distante quando nós tivemos uma crise séria na Instituição... Nós já viramos a página. Estamos recuperando muitas das perdas que tivemos naquele período. O sentimento que eu tenho é que professores, alunos, todos os coordenadores estão entusiasmados querendo fazer o melhor” desabafa a coordenadora pedagógica Ana Angélica Paiva. O Unicesp oferece hoje mais de 20 cursos de graduação e cerca de 30 de pós-graduação, distribuídos em quatro campi, no Guará, em Taguatinga, Recanto das Emas e Terraço Shopping.

Centro Universitário
Essa recuperação torna-se clara pelo retomada do processo de transformação da faculdade em Centro Universitário. O processo iniciado em 2006 tramita no MEC e será submetido agora ao Conselho Nacional de Educação. A transformação em Centro Universitário traz algumas vantagens para a instituição e para os alunos, como explica a professora Ana Angélica. “Toda Instituição Universitária desenvolve algumas áreas. Ela desenvolve ensino basicamente, mas tem duas outras funções que é pesquisa e extensão. A Faculdade Isolada/Faculdade Integrada ela não tem o compromisso de desenvolver pesquisa, e não estou falando de pesquisa acadêmica aquela pesquisa que vocês fazem no âmbito das disciplinas. É uma pesquisa mais estruturada. Ela tem o compromisso com a produção de conhecimentos novos por meio de pesquisas. Então, o Centro Universitário fica mais ou menos entre a estrutura de uma Faculdade Integrada e uma Universidade. Mas tem o compromisso de desenvolver um ensino por excelência”. Os alunos e professores passam também a ter uma relação mais estreita, por conta do aspecto mais formal dos contratos e relações. “O perfil do docente do Centro Universitário tem um percentual muito rígido tem que ter 10% de professores, mestres e doutores, 10% de professores com tempo integral ou com tempo parcial. Em tempo integral o professor tem que ter 40 horas (de trabalho), dessas 40 horas ele atua em sala de aula só sessenta por cento, o restante ele tem que se dedicar à pesquisa e à projetos de extensão. Lógico, que tudo isso termina favorecendo uma melhor qualidade no ensino. Como Faculdades - via de regra, isso não é só o caso de nossa Instituição -todo mundo trabalha a maior parte com professores horistas. O professor vem e trabalha para ministrar aulas”.

Independência
Uma das conquistas da faculdade com a mudança é a independência. “Uma das questões muito pontuais que distingue a Faculdade é que o Centro Universitário vai ter autonomia para criar novos cursos e esses cursos serão avaliados pelo conselho da instituição”. Isso não significa menos fiscalização. “Nós já somos permanentemente avaliados pelo MEC. Cada vez que vem uma comissão vem avaliar um curso que está começando ou um curso em fase de reconhecimento tem uma série de exigências que a gente tem que atender. Existem, os chamados padrões de qualidade definidos pelo MEC e que gera uma pontuação. Isso todo o gestor, todo dirigente de uma Instituição têm que estar atento para isso”.
A professora Ana Angélica é muito otimista quanto às mudanças no Unicesp e vislumbra um grande futuro para a instituição, inclusive com a maior participação da comunidade guaraense. “Todo o aluno ganha quando a Instituição se aperfeiçoa. Agora em termos de pesquisa esse é um diferencial. Como a Instituição vai se comprometer a desenvolver mais pesquisa os alunos vão participar como auxiliares. Você desenvolve um ensino, você tem um conhecimento que existe aqui. Você traz um aluno para produzir um conhecimento que você desenvolve na disciplina dos cursos. A extensão é quando a Instituição tem que compartilhar com a comunidade benefícios desse conhecimento”. Hoje o Unicesp faz parcerias com o governo e com organizações não-governamentais apoiando cursos de informática e capacitação.
O novo Centro Universitário não afetará a mensalidade dos alunos. “As matriculas e as mensalidades seguem outro raciocínio. Existe uma legislação que regula isso. Esse reajuste de mensalidade só pode acontecer uma vez por ano de acordo com um índice que é definido pelo próprio governo, mas já tem alguns anos que não se pratica os reajustes nos índices oficiais”.

Educação

Especialistas defendem redução de burocracia para validar diplomas

Especialistas do Chile e da Holanda afirmaram ontem, em seminário realizado na Câmara, que os países precisam ter menos burocracia para reconhecer os diplomas universitários de outras nações. Para os participantes do seminário, a mobilidade de estudantes e docentes é muito grande atualmente, o que exige uma atitude diferente dos países em relação aos diplomas.
O seminário foi organizado pela Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional, em parceria com a Comissão de Educação e Cultura e com o Sistema Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo.
A avaliadora do Departamento de Reconhecimento da Organização Holandesa para a Cooperação Internacional na Educação Superior, Marjolein van der Heul, apresentou a experiência europeia de harmonização de sistemas educacionais. Segundo ela, a validação de diplomas na Europa leva em conta um contexto de mobilidade de alunos e de expansão do ensino superior, com base em diretrizes elaboradas em convenções e reuniões entre ministérios europeus da Educação, como o Processo de Bolonha (1999).
“O conteúdo de um curso tornou-se algo de menos importância, pois nunca serão idênticos entre dois países. Por isso, os programas são apenas comparáveis, e as pequenas diferenças são ignoradas”, disse a avaliadora...veja continuação na radio@camara.gov.br.

Fim da exigência do diploma de jornalista será tema de audiência pública

Matéria divulgada na rádio câmara em (24/08.
O fim da exigência do diploma universitário para o exercício da profissão de jornalista será debatido na próxima quinta-feira em audiência pública conjunta das Comissões de Educação e de Ciência e Tecnologia da Câmara.

O debate é uma iniciativa da deputada Raquel Teixeira, do PSDB de Goiás. Ela quer debater o aspecto educacional da questão e os desafios que as novas tecnologias impõem a um setor cada vez mais competitivo.

"Eu pessoalmente acredito na profissionalização e gostaria de discutir a qualidade dos cursos. O jornalista não tem só que ter clareza na escrita, qualidade de narração, ter senso de diagramação, ter domínio da linguagem e da gramática, ele tem que entender de economia, de religião, de filosofia, mas tem que acima de tudo ter comportamento ético, buscar a verdade e acho que os cursos de jornalismo são o caminho, o canal, se não estão fazendo isso, vamos repensá-los, mas acho que são o caminho para essa formação necessária"

Para o deputado Paulo Pimenta, do PT do Rio Grande do Sul, autor de uma PEC que restitui a exigência do diploma, é importante que a Câmara retome o debate do assunto.

Ele avalia que a discussão agora será diferente, porque houve reação negativa de setores da sociedade à decisão do Supremo.

"Há uma grande mobilização da sociedade brasileira, não só das faculdades de comunicação, mas de muitos segmentos da sociedade, inconformados com a decisão tomada pelo Supremo Tribunal Federal, e que estão trabalhando para reverter a decisão. Então, será um momento importante de discussão, de reflexão, de conhecimento da sociedade sobre essa matéria e acredito sim que temos todas as condições de avançar para desfazer esse equívoco do STF"

No dia 17 de junho, o Supremo Tribunal Federal decidiu derrubar a exigência de diploma e registro no Ministério do Trabalho para o exercício do jornalismo.

A resposta na Câmara foi rápida. Vinte e um dias depois, o deputado Paulo Pimenta, que é jornalista e tem o diploma, já havia conseguido a assinatura de 191 deputados para apresentar uma Proposta de Emenda à Constituição que restitui a exigência.

A PEC será relatada na Comissão de Constituição e Justiça pelo deputado Maurício Rands, do PT de Pernambuco.

Segundo Pimenta, o presidente da Câmara Michel Temer assumiu o compromisso de instalar a comissão especial que discutirá a matéria, assim que a proposta for aprovada.

Para o debate desta quinta-feira de manhã, foram convidados o ministro do STF Marco Aurélio; o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Cezar Britto; o presidente da Federação Nacional dos Jornalistas , Sérgio Murillo de Andrade; o Presidente do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo, Edson Spenthof; a Presidente da Associação Nacional de Jornais, Judith Brito; o presidente do Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras, Gilberto Selber; e o presidente da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão, Daniel Slaviero.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Temporão afirma que 192 pessoas morreram de gripe A no Brasil

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, acaba de atualizar para 192 o número oficial de mortos pelo vírus da gripe A (H1N1) no Brasil. Temporão participa, na manhã desta terça-feira, 11, de reunião da comissão geral sobre a pandemia da gripe, no plenário da Câmara de Deputados, em Brasília. De acordo com o ministro, os dados já demonstram que 77% dos casos de gripe no país são causados pelo novo vírus.

Dos pacientes que morreram, 17 eram gestantes. Temporão reafirmou que o ministério está negociando a compra de 18 milhões de doses de vacina - um milhão estarão prontas até dezembro e outras 17 milhões que serão produzidas no Instituto Butantã, em São Paulo, e estarão disponíveis no primeiro semestre de 2010.

O ministro afirmou ainda que os mais de 300 mil tratamentos completos para a gripe, já entregues pelo ministério aos estados, “atendem com folga” ao número de pacientes afetados pelo vírus, que estão em torno de 28 mil.

Google injeta 'cafeína' nas buscas


O Google decidiu "injetar cafeína" em seus serviços de busca para tornar as pesquisas mais rápidas e eficientes. O anúncio foi feito na segunda-feira através do blog da companhia, ao anunciar seu novo projeto, o Caffeine, com quase o dobro de velocidade.

De acordo com o Google, a ideia é substituir a atual tecnologia do gigante de buscas assim que a nova versão for testada. O visual da página não deverá mudar, mas estão previstas alterações radicais na forma como são indexados os sites.

A "arquitetura de nova geração para buscas", conforme classificou a companhia, é resultado de meses de pesquisa. Com isso, o Google tentou afastar especulações de que se trate de uma resposta à concorrência, notadamente após o lançamento do Bing, da Microsoft.

"Adoro competição em buscas e quero muito isso, mas essa mudança é resultado de meses", escreveu o especialista no assunto Matt Cutts, do Google. Para ele, o lançamento do Bing foi muito melhor para o Google do que para a Microsoft: "O Google continua na liderança e segue ditando o ritmo".

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Nova página inicial do Twitter privilegia busca dos usuários


Com o lançamento de sua home repaginada na noite de terça-feira (28), o Twitter mostra, ao privilegiar o mecanismo de busca, que quer se firmar como uma sólida ferramenta de pesquisa em tempo real.

"O Twitter passou de uma simples rede social para um novo tipo de comunicação e uma fonte valiosa de informação na hora certa", escreveu o cofundador do Twitter.

"Temos muito trabalho a fazer em relação à qualidade dos nossos resultados de busca e análise de tendências, mas reposicionar o produto para dar maior ênfase à descoberta é um primeiro passo importante na apresentação do Twitter a um público mais vasto de pessoas ao redor do mundo que estão ansiosas para começar a interagir com novas pessoas, ideias, opiniões, eventos e fontes de informação", ressaltou Stone.

Além do mecanismo de busca, o serviço traz uma lista que mostra os tópicos mais populares do minuto, dia ou semana. Nesta quarta-feira (29), por exemplo, o termo "#mussumday" - criado pelos brasileiros em homenagem aos 15 anos de morte do humorista Mussum - é o segundo mais popular no site.
No ano passado, o Twitter comprou a Summize, companhia iniciante que desenvolveu a engine de busca do próprio serviço de microblog. Mesmo assim, por um bom tempo os usuários continuaram com uma certa dificuldade para encontrar e acessar o mecanismo de busca, de acordo com o "New York Times", que afirma que a repaginada do site parece ser o próximo passo na evolução do Twitter como uma companhia de buscas.
A mudança de posicionamento do Twitter chega quase que simultaneamente à parceria entre Yahoo e Microsoft, anunciada nesta quarta (29), que prevê a utilização do sistema de busca Bing, da gigante de software, para concorrer com o líder Google.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Férias

Estou de férias thurma. Volto dia 27/7 e aí retornamos com as postagens ok.
Bjs a todos e boas férias.
Até lá...

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Pra vc


Quero apenas cinco coisas..
Primeiro é o amor sem fim
A segunda é ver o outono
A terceira é o inverno
Em quarto lugar o verão
A quinta coisa são teus carinhos, teus beijos
Não quero dormir sem vc me tocar
Não quero viver... sem que vc esteja ao meu lado
Abro mão da primavera para que continues me amando sempre.


O verdadeiro amor não é aquele
que se alimenta de carinho, beijos, etc
mas sim aquele que suporta a renúncia e
consegue viver na saudade...

não esqueço das begonhas - saudades... -

Especialmente para vc


Não tenho medo do futuro. Nem nego ou rejeito o passado. Mas estou concentrada no presente. Continuo me considerando abençoada, por poder viver essa felicidade madura e calma. Vou vivendo um dia de cada vez, deixando que os planos sejam desenhados sem pressa. Sei que não adianta teorizar nem poetizar sobre a vida. É preciso viver.

Sofri, chorei, quase pirei... mas não deixei a peteca cair, e muito menos fiquei amarga. Muito pelo contrário fiquei muito mais forte. O tempo passou, e fui descobrindo que a vida ainda tinha presentes pra me dar. Sem me empolgar demais (?) fui deixando um novo amor acontecer... e enxergando que o lado amargo da vida só fez aguçar o paladar para a doçura que viria a seguir.

Bjs
muitas saudades...

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Livro "Admirável Mundo Novo"

Resumo:
Para trabalho de final semestre tive que ler o livro “Admirável mundo novo”, escrito por Aldous Huxley em 1931. O livro, na realidade é uma “fábula” futurista que relata uma sociedade completamente organizada, sob um sistema científico de castas. Não haveria vontade livre, abolida pelo condicionamento; a servidão seria aceitável devido a doses regulares de felicidade química e ortodoxias e ideologias seriam ministradas em cursos durante o sono. Olhando o presente, podemos imaginar um futuro semelhante em termos de avanços tecnológicos. Será ele de excessiva falta de ordem, da ordem em excesso preconizada por Huxley, hoje, vivenciamos na realidade tudo em pleno século XXI.
Quem tiver a oportunidade de ler esse livro vai simplesmente viajar junto com Huxley ao longo dos capítulos.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Adeus, Michael que vc descance em paz


"Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim ainda que morto viverá. E todo aquele que vive e crê em mim, jamais morrerá...."

Câmara aprova reforma eleitoral, com liberação geral da internet nas campanhas

Projeto será encaminhado à apreciação do Senado Federal

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira pelo processo simbólico de votação, o projeto de lei que trata da reforma eleitoral. Poucos deputados se manifestaram contra a emenda substitutiva global apresentada em plenário pelo relator Flávio Dino (PCdoB-MA). Entre os avanços do texto aprovado hoje, está a liberação geral da internet nas campanhas, com algumas regras de proteção dos candidatos, dos partidos e da sociedade.

— Não podemos permitir que haja na internet propaganda caluniosa, difamatória, injuriosa, mentirosa e campanha de baixo nível. Então, estamos prevendo multas e direito de resposta. Quem for ofendido terá direito de ir ao blog, ao site e se manifestar — afirmou o relator Flávio Dino.

Ainda hoje, os deputados começam a votar os destaques que visam a alterar o texto principal aprovado. Após a votação dos destaques, o projeto será encaminhado à apreciação do Senado Federal. Se aprovado e promulgado até o inicio de outubro, as novas regras eleitorais já valerão para as eleições do ano que vem.

Para Dino, o uso da internet democratizará as campanhas, aproximará o representante do representado, propiciará diálogo entre as partes e incentivará a participação política de amplos segmentos da população, além de diminuir o custo das campanhas.

— O uso da internet nas campanhas é um grande avanço — disse ele.

Sobre as propostas que aumentam a participação das mulheres nas eleições, Dino informou que foi aprovada uma reserva de 5% do fundo partidário para promoção de atividades de incentivo à presença feminina na política e de reserva de 10% do tempo dos partidos para que elas possam se manifestar.

— São dois grandes avanços. Hoje, esses percentuais são zero — ressaltou.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Contradição e retrocesso no fim da obrigatoriedade do diploma em Jornalismo

Uma verdadeira contradição à lamentável decisão do STF

Em pleno alvoroço causado pela decisão do Supremo Tribunal Federal, que cancelou a obrigatoriedade do diploma para o exercício da prática jornalística – pondo fim a uma conquista de 40 anos do jornalismo, profissão comparada pelo ministro Gilmar Mendes como a do cozinheiro, por ambas supostamente não dependerem de uma formação universitária para se obter um produto de qualidade – torna-se prudente refletir sobre possíveis desdobramentos de tal decisão e, afinal, em que acarreta a desregulamentação em um país de uma atividade absolutamente central ao exercício da democracia.

Quando o ministro Gilmar Mendes diz que “a profissão de jornalista não oferece perigo de dano à coletividade” – ao contrário do que ocorreria, por exemplo, com o exercício da medicina ou da engenharia – parece ignorar erros clássicos que indubitavelmente efetuaram prejuízos irreversíveis à sociedade. Apenas para citar os mais conhecidos, é impossível esquecer o erro coletivo da imprensa no caso da Escola Base, em que uma denúncia de pedofilia sem devida comprovação devastou a vida dos donos de uma escolinha infantil em São Paulo, ou os (voluntários) erros na veiculação de pesquisas eleitorais, como o famoso caso Proconsult, em 1982, em que a Rede Globo inverteu os dados que colocavam Leonel Brizola como favorito à eleição do governo do Rio de Janeiro.

Há, por trás da decisão, uma equivocada confusão entre jornalismo e liberdade de expressão. O argumento de que a obrigatoriedade do diploma cerceia a expressão na esfera pública parece ignorar que o mercado de ideias nunca foi tão plural e livre no Brasil. Vivemos um fenômeno, possibilitado pelas mídias digitais, em que todos são potencialmente enunciadores de comunicação, podendo criar seus próprios veículos. Exigência de diploma, portanto, nada tem a ver com liberdade de expressão. Na verdade, esse momento histórico de pluralidade de vozes que se manifestam simultaneamente traz uma necessidade ainda mais intensa de termos clareza dos parâmetros que regem o jornalismo. Todos podem falar, mas, a princípio, os jornalistas são os únicos profissionais capacitados (pois refletiram, aprenderam e executaram tais parâmetros em seus anos de vida universitária) a auto-regular suas atividades conforme princípios éticos e técnicos condizentes com seus conhecimentos. Um jornalista, por exemplo, é obrigado a ser minimamente plural, objetivo e isento no que enuncia – ao contrário do cidadão comum, que presta contas, vulgarmente falando, apenas à sua “consciência”.

Curiosamente, a decisão do Supremo coincide temporalmente com a expectativa da vinda ao Brasil do talvez maior jornalista vivo atualmente, o norte-americano Gay Talese. Autor de obras cruciais na formação de estudantes e jornalistas, como “A Mulher do Próximo” e “Fama e Anonimato”, Talese lança no Brasil sua biografia, “Vida de Escritor”, em que reflete, ao contrário do que promete o título, sobre sua extensa carreira jornalística. Longamente analisada em ambiente acadêmico, a carreira de Gay Talese aponta justamente a pertinência do uso de procedimentos próprios do jornalismo para a concretização de uma grande reportagem. Sua escuta, seu respeito às fontes, sua necessidade de ouvir incontáveis entrevistados para construir um relato (basta dizer que, para perfilar Frank Sinatra sem entrevistá-lo, ouviu nada menos que 90 pessoas), seu extremo cuidado e submissão exclusiva ao real, aos fatos como eles efetivamente aconteceram, refletem anos de amadurecimento da prática jornalística.

Gay Talese, que estará na Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP) em julho, tem formação em jornalismo pela University of Alabama. Mas talvez ainda seria possível argumentar que temos toda uma geração de grandes jornalistas – como Mino Carta, José Hamilton Ribeiro – que não passaram pelos bancos das universidades. Confiar nesse argumento é fechar os olhos para a transitoriedade de vários processos sociais que tornaram imprescindível a especialização e o aprimoramento de todas as profissões. Mais do que isso, revela uma tendência contestável a olhar para o jornalismo feito há décadas de forma nostálgica, valorizando de modo acrítico o passado. José Hamilton Ribeiro, considerado uma verdadeira lenda viva do jornalismo brasileiro, avalia que as antigas redações eram formadas, em sua maioria, por semi-alfabetizados. Em suas palavras, “a escola de jornalismo e a obrigatoriedade do status universitário para o jornalista fizeram um bem enorme à imprensa e ao Brasil. Só não vê quem não quer”. Uma verdadeira contradição à lamentável decisão do STF.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Fãs prestam homenagens a Michael Jackson

Os fãs de Michael, ainda abalados pela súbita morte do astro, foram chegando pouco a pouco ao local para homenagear o ídolo, apesar de terem sido superados em número pelos jornalistas reunidos ali para dar detalhes sobre o que acontecia.
"Estou incrivelmente triste e tinha que fazer algo", disse à Agência Efe Tara Fontana, que foi com a filha até Hollywood Boulevard para depositar flores e um cartaz no qual se lia "Michael, obrigado pelas grandes lembranças, sentiremos saudades".

Uma dúzia de velas acesas foram colocadas no azulejo de Michael, quase escondido pelos diversos objetos levados pelos fãs, entre eles ursos de pelúcias, cruzes, fotografias, retratos ou inclusive discos de vinis gravados pelo artista nos começos de sua carreira.

Alguém tinha deixado um navio pirata de brinquedo da produção de "Peter Pan" com um texto escrito na vela da pequena embarcação que dizia: "Michael, aqui está Peter Pan para levar você à Terra do Nunca (Neverland, em inglês, nome do rancho do cantor).

Apenas alguns fãs resistiam à pressão dos repórteres e conseguiam fazer um círculo em torno da estrela, que cada vez mais ia parecendo com um túmulo com o nome de Michael, em cujo centro se colocou um anel com o símbolo de um toca-discos.

As emoções e alguns choros se alternavam com cantos improvisados de temas que transformaram em mito o rei do Pop, cuja música "estará sempre em nossos corações".

Michael Jackson, com certeza deixará muitas saudades. Que ele descanse em paz.

Universitários protestam contra criação da Universidade Federal

Estudantes do Centro Universitário Norte do Espírito Santo (CEUNES) realizaram um protesto na manhã desta sexta-feira (26), no Campus da instituição, durante a audiência pública onde foi debatida a criação da Universidade Federal de São Mateus.

Eles exigiam mais esclarecimentos sobre o processo que prevê o desmembramento do CEUNES para a implantação do que seria a 2ª Universidade Federal do Estado.

Os alunos do Centro Universitário usaram nariz de palhaço e vaiaram as autoridades públicas em determinados momentos do encontro. De acordo com os representantes dos estudantes, eles não são contra a implantação de uma nova Universidade no Norte do Estado, apenas querem participar do processo de formação para que ninguém seja prejudicado.

"Não estamos contra essa conquista da sociedade. O que queremos é ter a certeza que vamos ter um ensino de qualidade e uma estrutura adequada para nos atender e atender a comunidade local", destaca o presidente do Centro Acadêmico do curso de Farmácia, Alexandre Frinhani.

"Ainda é um projeto de lei que está sendo discutido, debatido com a população interessada, professores, estudantes. Nada será feito sem um debate prévio. Os alunos terão direito e devem participar de todas as etapas", destaca o diretor do CEUNES, Renato Pirola.

Cerca de três mil pessoas participaram do evento, entre universitários, estudantes do nível médio, políticos e sociedade civil organizada

O coordenador do curso de licenciatura em biologia do CEUNES, Vander Calmon Tosta, disse que os professores aprovam a iniciativa de implantar uma universidade pública no Norte do Estado. "A maioria dos professores acredita que teremos mais recursos para investir em infraestrutura. E com um orçamento maior e exclusivo pra gente, poderemos investir em pesquisa, na melhoria do aprendizado".

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Universitários do curso de Jornalismo protestam contra Gilmar Mendes

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, enfrentou, na manhã desta segunda-feira (22/6), em São Paulo, manifestação de cerca de 70 estudantes de Jornalismo e membros do Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo, por conta da desregulamentação da profissão de jornalista.

Os estudantes, segundo a Polícia Militar, reuniram-se às 10h, em São Paulo, em frente ao hotel Renaissance, na região central de São Paulo, onde o presidente do STF estaria às 12h para fazer palestra a empresários.

Mendes afirmou que considera a manifestação "absolutamente normal". "Talvez haja uma incompreensão. Na verdade, estão protestando não é contra mim, é contra a decisão do Supremo", disse. "Eu apenas proferi um voto entre os nove contra a legitimidade da regulamentação. Logo, é um protesto contra a decisão do Supremo, absolutamente compreensível."

O presidente do Sindicato dos Jornalistas, José Augusto de Oliveira Camargo, afirmou que a decisão tomada pelo STF foi equivocada. "Na Justiça não há mais possibilidade de recurso. O que queremos agora é um marco regulatório para a profissão, e isso terá de ser conseguido no Legislativo", disse.

Mesmo não cursando Jornalismo, a estudante de rádio e TV Stefanie Trindade foi à região da Paulista para protestar contra a decisão. "Sou solidária aos jornalistas porque acho um absurdo e um desrespeito com aqueles que estudaram e têm um diploma", explicou.

"Não quero desmerercer os profissionais que exercem a profissão sem ter estudado, como se eles não fossem competentes. Mas muita gente passa quatro anos na faculdade em busca de um futuro melhor e isso agora não tem mais valor?", argumentou Stefanie.

terça-feira, 23 de junho de 2009

O MEC fará revisão do currículo dos cursos de jornalismo

O presidente da Federação Nacional de Jornalistas, Sérgio Murillo de Andrade, reuniu-se hoje (23), às 11h, com o ministro da Educação, Fernado Haddad, para discutir novas diretrizes curriculares para o curso de jornalismo. O ministério defende a elaboração de um processo para revisar a grade curricular do curso em todas as faculdades do país e redefinir novos parâmetros de avaliação para testar o conhecimento dos futuros profissionais.
Segundo Andrade, a Fenaj já está elaborando uma proposta de avaliação para apresentar ao ministério. Andrade também cobrou do ministro a participação direta na comissão de avaliação que ele pretende criar. “Estamos de acordo que existem algumas carreiras que são centrais, que tem ligação direta com o sistema democrático, como, por exemplo, o médicos, psicólogos, advogados e jornalistas. Muitos profissionais de comunicação ingressam no mercado de trabalho sem qualificação. É preciso supervisionar o funcionamento dessas faculdades e, se necessário, fechar algumas vagas, para instalar um padrão de qualidade para o curso de jornalismo”, ressalta Andrade.
O presidente da Fenaj disse que o ministro da Educação deixou bem claro que o MEC não vai interferir na questão da regulamentação das profissão. De acordo com ele, o ministro alegou que é dever do Congresso Nacional decidir sobre a regulamentação da profissão.
Andrade ressalta também que Haddad entende que o espaço adequado para formação do jornalista é a graduação. E que uma maneira de encerrar as discussões sobre a regulamentação é implantar a dupla diplomação em diversas áreas acadêmicas.
Para Fenaj, a pessoa para exercer a profissão de jornalismo deve ter feito o curso superior na área. Andrade alega que é uma forma de respeitar os direitos do cidadão de ser bem informado.

TJDFT suspende lei que criou bolsa de estudo

A lei distrital que previu doação de bolsas de ensino superior para servidores do GDF foi suspensa nesta terça-feira, 4/7. O Conselho Especial deferiu a liminar requerida pela Governadora do DF, julgando inconstitucional a Lei 1593/97. O principal motivo da decisão é que a legislação traz reflexos ao orçamento público local. A decisão foi por maioria de votos.
O autor do projeto de lei dispondo sobre a concessão das bolsas é o deputado distrital Odilon Aires. De acordo com a legislação impugnada pelo Executivo, a bolsa abrangeria toda a duração do curso, sendo equivalente a 70% do valor da mensalidade. A lei fez referência ainda à possibilidade de perda do benefício.
No entendimento do Conselho Especial, a legislação é incompatível com os artigos 71 e 100 da Lei Orgânica do DF, que restringem a iniciativa de leis referentes a servidores públicos ao chefe do Poder Executivo. Além disso, a norma causa reflexos orçamentários para o GDF, por instituir despesa não prevista antecipadamente.
Em defesa, a Câmara Legislativa argumentou que não estaria configurado o ?periculum in mora? ? perigo resultante da demora em se resolver a questão ? uma vez que já transcorreram quase dez anos desde a edição da lei. A tese foi refutada pelos Desembargadores que citaram entendimento do STJ no sentido de que, mesmo tendo decorrido lapso temporal longo, é possível reconhecer o requisito diante de duas situações: oneração dos cofres públicos e juízo de conveniência da Administração Pública. Para o Conselho, ambas estão configuradas.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Passeio com a thurma: “Onda”? e que “Onda”! – ganhamos sim, umas graminhas a mais –.

Ao contar essa história, ou melhor, neste caso foi muito engraçado. Saímos na segunda-feira (15/6), da Unicesp em torno de uns quatorze alunos, quatro convidados e a Wilma. Fomos rumo a procurar um local: um barzinho, um restaurante, uma pizzaria o que fosse que estivesse aberto. Rodamos e rodamos. Um carro atrás do outro até parecia acompanhar noivo na saída da igreja ou mesmo um velório. Acontece que a maioria dos estabelecimentos estão fechados na segunda-feira. Lógico, né gente! Os funcionários e patrões precisam de um dia de descanso. Hello! A Lei Áurea foi assinada faz tempo.
Bom, essa andança toda era para poder nos reunir e desse encontro elaborar a tal chamada “crônica”. Ah! Gente, depois de rodar e rodar acabamos encontrando um barzinho por nome de “Onda”. Descemos e os garçons já foram nos recebendo super alegres, gentis. Todos uniformizados combinando as cores vermelho e branco com as cores internas do ambiente. Afinal, tinham que ficarem felizes, pois em plena segunda-feira – morta - derrepente, aparecem quase 18 pessoas assim caindo do céu. Já pensaram nos seus dez por cento é óbvio. E, já começaram arrumar as mesas do lado de fora na calçada mesmo. Isso me remeteu alguns meus bons momentos em Santos, quando saia toda a turma do trabalho e sentávamos na calçada da praia e se bebia, comia e jogava muita conversa fora. Mas, dessa vez foi diferente, não podíamos desperdiçar nenhum assunto, pois a turma estava toda ali reunida ligadinha em tudo que a professora falava e em tudo que acontecia ao nosso redor também. Afinal, já estavam todos começando a elaborar em suas mentes essa tal famosa “crônica”.
Lá pelas 22:00horas, os alunos começaram a sair de fininho uns precisava aproveitar a carona de volta. Outros foram saindo e acabamos acompanhando, afinal a professora também estava indo com o seu maridão. Tenho certeza que todos saíram dali com suas crônicas quase prontas.
Ah! Ia me esquecendo? A confusão do garçom, que soma a conta daqui, e conferi a conta dali. Acho que ficou um churrasquinho sem pagar! Etâ, turminha! Ainda bem que foi sem querer. Lógico o garçom deve ter se enganado na hora de fechar a conta. Imagina se fosse no, dia da “pizza” que os universitários saem das Faculdades e, entra numa pizzaria qualquer, comem, bebem e saem todos juntinhos sem pagar. E, acaba que o dono fica no prejuízo. Que não foi o nosso caso. Foi erro mesmo do garçom.
E, para encerrar “surfamos” sim, mas nos churrasquinhos de queijo, batata frita, arroz com carne de charque (a tal Maria Izabel), tudo regado com refrigerante e cerveja. Pêra aí? Cerveja! Cerveja sim, mas sem álcool. Lógico né gente! Afinal quem bebe não pega ”Onda” e muito menos “dirige”.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Ghost (do outro lado da vida)

Gente esse é o filme mais lindo que assisti em toda a minha vida. Nossa senhora, só de falar, já começa a vir em minha cabeça toda a história que é maravilhosa e linda que um filme pode mostrar. É de um romantismo e uma verdade tão pura, que, dá gosto de assistir mil vezes... Ghost está marcado em minha vida. Desde que foi lançado. Toda vez que é reprisado na TV eu assisto e, não me canso. E, toda vez que assisto eu me emociono. Sam (Patrick Swayze) e Molly (Demi Moore) se adoram e passaram a morar juntos assim que se conheceram. Até que, numa noite, na rua, eles são assaltados, Sam leva um tiro e morre. Mas ele não vai embora, fica na Terra em forma de espírito e acaba descobrindo que seu assassinato não foi um simples acidente. Há uma trama envolvendo gente em quem confiava e ele teme que Molly esteja correndo risco. Determinado a se vingar, proteger sua garota e fazer as declarações de amor que nunca fez, Sam procura a ajuda da vidente Oda Mae Brown (Whoopi Goldberg), uma divertida trambiqueira que não vai se livrar desse fantasma tão fácil. Um filme emocionante que mistura romance, drama, sobrenatural, comédia e suspense com muita competência. Ghost fez grande sucesso e foi indicado a cinco Oscars, tendo ganho os de Melhor Roteiro Original e de Melhor Atriz Coadjuvante (Whoopi Goldberg).

domingo, 31 de maio de 2009

Feliz dia dos Namorados "para você"


No horizonte, o sol a brilhar
Serei para ti um verso de canção
No horizonte, o sol a brilhar
Ou quem sabe, a terna emoção,
Que te fez um dia sonhar
Serei para ti, o amor calmo e tranqüilo,
A chuva que cai serenamente.
Ou quem sabe, serei tudo aquilo,
Que teu coração almeja docemente.
Serei para ti, o entardecer com mil promessas,
O luar prateando teu rosto.
Ou serei aquele amor doce e gentil,
Que a ti, por Deus foi proposto
Serei para ti, a sensual madrugada,
Que tonteia de desejos o coração.
Ou quem sabe serei aquela amada,
Que quase te mata de paixão.
Serei para ti, o ar que respiras,
O alimento que precisas para viver.
Ou quem sabe, serei a derradeira mira,
Repleta de encantos, amor e prazer…

Ou quem sabe,

O amor é o sentimento mais perfeito,
que envolve o ser humano na sua totalidade:
espírito, alma e corpo.

O amor vem de Deus, porque Deus é Amor.
Deus quer abençoá-los com amor.

Feliz Dia dos Namorados

Novidade no mercado traz alternativa de comunicação pela internet

Os irmãos Lars e Jens Rasmussen não são novatos na criação de ferramentas inovadoras. A dupla fundou a Where 2 Tech, que em 2004 foi comprada pelo Google e desenvolveu a tecnologia Google Maps, amplamente utilizada pelos internautas. Mas seu projeto mais ambicioso só foi anunciado nesta quinta-feira, e se chama Google Wave.
A ferramenta mistura e-mail, compartilhamento de documentos e redes sociais, ao mesmo tempo em que se beneficia da velocidade de serviços de mensagem instantânea, provendo uma comunicação em tempo real.
Um novo participante pode ser incluído a qualquer hora na "conversa", uma vez que a inclusão de novos membros seja autorizada pelo criador do tópico, e tem acesso a um histórico da evolução da comunicação, uma forma de se inteirar em como a conversa se desenvolveu.
A idéia é, no futuro, integrar o serviço a outras ferramentas da empresa, como o Blogger e a rede social Orkut, ou ainda redes de terceiros, como é o caso do Twitter e Facebook.
O Wave ainda não está concluído, mas é prometido para os próximos meses. Todavia o Google espera contar com a comunidade de desenvolvimento independente. Isso porque Wave não é só um novo serviço, mas é também um protocolo, aberto a desenvolvedores que queiram se beneficiar de sua arquitetura em novos serviços e softwares, bem como agregar novas funções a ela.

terça-feira, 26 de maio de 2009

Curiosidade: - como surgiu o livro


O livro tem aproximadamente seis mil anos de história para contar. Diversos povos ao redor do mundo utilizavam materiais como tijolo de barro, folhas de palmeira e tábuas de madeira com cera para guardar e difundir suas informações. Talvez os egípcios sejam os mais famosos, com seus papiros, que podiam ter até 20 metros de comprimento. Aliás, foi desta palavra que surgiu a palavra papel. O papel surgiu na China no Séc. II, e era feito de uma mistura de córtex de plantas, tecidos velhos e fragmentos de rede de pesca. Foi trazido ao ocidente pelos árabes muitos séculos mais tarde, com a invasão da península Ibérica. Ao longo do tempo os trapeiros profissionais e os papeleiros se encarregaram de produzir o papel com uma qualidade sempre melhor, e no Séc. XV, com a invenção da tipografia por Gutemberg, seu uso tornou-se consagrado. Na segunda metade daquele século surgiu o livro impresso conforme o conhecemos hoje. Desde então, esse aglomerado de páginas com palavras impressas desperta o fascínio na humanidade e a sede de conhecimento. O livro já teve diversas formas, cores, qualidades de papel, e conquistou todos os continentes. Seja para contar um romance, levar a poesia ou registrar a história, passou a ser um companheiro do ser humano. É hoje fonte de conhecimento de prazer, e de trabalho para milhões de pessoas em todas as partes do mundo.

Coréia afronta o mundo


Coréia do Norte afronta o mundo com testes nucleares. Artefato usado é igual ao que aniquilou uma cidade inteira como foi o caso de Hiroshima no Japão

Julciara Neves

A Coréia do Norte fez nesta terça-feira (25/5), novos testes nucleares deixando o mundo em alerta. As armas nucleares testadas são de grande potência. O artefato usado tem o mesmo poder de destruição do usado em Hiroshima no final da segunda guerra mundial. E, os norte coreanos já avisaram que vão continuar com seus testes nesta terça(26/5) e quarta-feira (27/5).

Não é a primeira vez que a Coréia do Norte desrespeita acordo que tenta impedir exatamente esse avanço desses testes nucleares. Esse desafio deixa em alerta os Estados Unidos, Coréia do Sul, China, Japão, que reuniram seus conselhos de segurança para tomar medidas de emergência, pois segundo Pequim diz se posicionar a favor da paz e da estabilidade na Ásia condenando veemente esse desrespeito da Coréia do Norte. A cidade norte coreana de Kugiu, onde foi feito esses testes, sentiu tremores de terra em 4,5 e 5,3 graus na escala Richister. Esse novo teste deixa o mundo em alerta com vários protestos e reuniões de emergências. E, principalmente os japoneses muito apreensivos e, seu governo afirma que novas sanções devem ter pouco efeito para as grandes potências em conter as ambições nucleares dos norte coreanos. Obama presidente dos Estados Unidos, disse que os norte coreanos querem que os Estados Unidos a reconheça como potência nuclear como foi feito na Índia e no Paquistão. Segundo Obama, diz estar haver uma disputa pela sucessão interna na Coréia do Norte e que a Coréia está cavando se aprofundando e busca seu próprio isolamento ao desrespeitar acordos ao confrontar a ONU.

No Brasil o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, se manifestou condenou esses testes nucleares feito pela Coréia do Norte e fez um apelo para que não seja mais feito testes nucleares. E, mencionou em nota que voltem a participarem do Tratado de não proliferação de armas nucleares.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

“Vida louca”

Nos dias de hoje, onde a velocidade das mudanças por vezes nos assusta, a pressa tornou-se parte do cotidiano. Pressa para sair, para chegar, para se divertir e crescer como ser humano e profissional. Pressa para acompanhar o presente, pressa para se chegar ao futuro. E assim, as pessoas caminham a passos largos rumo ao amanhã. Mesmo nessa correria, a busca pelo sucesso conquista em nossas vidas um importante espaço, o de ser um elemento ordenador dessa urgência que se tornou o viver. Às vezes, é necessário rever nossa trajetória, valorizando experiências, saber de onde veio e aonde chegar, quais foram os passos dados e os caminhos trilhados, reconhecer erros e acertos têm sido experiências indispensáveis para as pessoas evoluírem e definirem os rumos que seus caminhos tomarão no futuro. Pensando e refletindo em tudo isso, certo de que, na dinâmica da vida, cada um de nós é responsável por preservar nossa essência, e transmitir sua vivência e experiências aos demais é uma maneira de manter cada momento vivo e pulsante, mesmo em dias que parecem passar tão rapidamente.

Maranhão sofre debaixo d'água



A enchente no Maranhão deixa 90% da população debaixo d’água. Nesta segunda (11), cresce o número de desabrigados e o nível dos rios sobe a cada momento. Roseana Sarney convoca a sociedade a ajudar as famílias atingidas pelas cheias. "Estou aqui vigiando as coisas", diz Francisco das Chagas, que, ao lado do seu cachorro observava o movimento das canoas em frente a sua casa, no rio Mearim.
O Coronel Rosário da Defesa Civil e Meteorologistas fazem monitoramento diário dos rios da região. Cerca de 72 municípios estão em situação de emergência e sete pessoas mortas em todo o Estado. Neste momento os municípios atingidos precisa de ajuda humanitária, medicamento, de cesta básica, barracas para alojar as pessoas que estão desabrigadas e de água potável, pois a maioria dos sistemas de água nos municípios está submerso.
Na zona rural, a lavoura está toda debaixo d´água. As olarias suspenderam suas atividades desde o início das chuvas, e o comércio também está prejudicado. Portanto, o bairro Trividela que abriga 1.350 famílias, está alagado e sem energia elétrica até o momento.
A situação é mais grave na cidade de Pedreiras, que têm aproximadamente 70% das ruas submersas. A água das chuvas chega ao teto das casas. A canoa é o único meio de transporte nos municípios. "Pago R$ 8 todo dia na canoa para olhar minha casa. Consegui tirar alguns móveis, mas perdi muita coisa", contou o aposentado Benedito Belarmino Furtado, que teve sua casa alagada há duas semanas e teve que deixar o local ao lado da mulher.
Os que tiveram que deixar suas casas retorna todos os dias para a entrada da cidade, na beira da ponte que separa o município da cidade de Pedreiras, alugam uma canoa e vão para os locais onde moravam e tomam conhecimento dos danos causados pela cheia.
O fenômeno La niña é o que causa essa inversão de umidade. Nordeste chove e Sul seca. Este fenômeno ocorre quando há resfriamento das águas do Pacífico e isso altera a umidade do Sul, "que simplesmente deixa de existir", explica Solismar Prestes, coordenador do Instituto Nacional de Meteorologia. Prossegue: "No Nordeste, ocorre o contrário, lá chove mais e aqui menos".
O meteorologista afirma que o fenômeno La niña já está no final, à temperatura da água normalizou, por isso acredita que as chuvas voltarão em breve. Mas é preciso chover bastante para acabar com a estiagem, ressalta o meteorologista
Ao lado do Corpo de Bombeiros, a Defesa Civil Estadual lançou a Campanha SOS Maranhão, disponibilizando uma conta bancária para receber doações. Os interessados em ajudar podem depositar as doações em dinheiro em uma conta corrente aberta na Caixa Econômica Federal, agência: 0027 - conta corrente: 1000-2 - operação 006.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

PRECONCEITO RESTRINGE VAGAS

Acabei de criar o meu blog, tão cobrado pela profª Wilma.
Hoje, acabei de fazer uma matéria sobre a dificuldade de voltar ao mercado de trabalho, após os 40 anos. Foi realmente o máximo. Foi um parto. Mas, deu tudo certo.
Obrigada,
Wilma