segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Exemplar mais antigo da Bíblia é colocado na internet


Cerca de 800 páginas do exemplar mais antigo da Bíblia foram restauradas e estão disponíveis para consulta na internet.

Os visitantes poderão ver imagens de mais de metade do manuscrito Codex Sinaiticus, escrito em grego em folhas de pergaminho no século 4.

O projeto envolveu especialistas da Grã-Bretanha, Alemanha, Egito e Rússia, e, segundo eles, apresenta muitas possibilidades de pesquisa no futuro.

"O Codex Sinaiticus é um dos maiores tesouros escritos do mundo", afirmou Scot McKendrick, diretor de manuscritos ocidentais da Biblioteca Britânica, em Londres.

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"Este manuscrito de 1,6 mil anos é uma janela para se entender o desenvolvimento do início do Cristianismo, e se trata de uma evidência em primeira mão de como o texto da Bíblia foi transmitido de geração a geração", disse McKendrick.

"A disponibilidade do manuscrito virtual para estudiosos de todo o mundo cria oportunidades para trabalhos de pesquisa conjuntos que não seriam possíveis até o momento."

Segundo o especialista, a versão original do Codex Sinaiticus continha cerca de 1.460 páginas - cada uma medindo 40 cm por 35 cm.

Por 1,5 mil anos, o manuscrito ficou preservado em um mosteiro na Península do Sinai, no Egito. Em 1844, ele foi encontrado e dividido entre Egito, Rússia, Alemanha e Grã-Bretanha.

Acredita-se que o documento resistiu ao tempo porque o ar do deserto é ideal para a conservação do pergaminho, e porque o mosteiro permaneceu intocado por todos esses anos.

Para marcar o lançamento do site www.codexsinaiticus.org, a Biblioteca Britânica está realizando uma exposição em sua sede, em Londres, que incluiu vários artefatos históricos ligados ao manuscrito.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Unicesp se prepara para ser Centro Universitário


Arnóbio/Joana/Julciara
2º semestre de jornalismo
Qui, 20 de Agosto de 2009 21:37

O Unicesp, primeira faculdade do Guará, prepara-se para uma nova fase. Criada no início da década apenas como faculdade de Ciências Gerenciais, com os cursos de Ciências Contábeis e Administração, logo abriu outras faculdade e investiu em novos campi. Vieram as faculdades de Comunicação Social, Educação, Direito e Saúde. Em 2003 essas faculdades isoladas passaram a ser consideradas pelo Ministério da Educação como Faculdades Integradas. A mesma instituição de ensino superior oferecia cursos nas mais diversas áreas de conhecimento.
O rápido crescimento foi interrompido por uma crise na instituição. O incidente colocou em risco uma das maiores faculdades do Distrito Federal e foi amplamente divulgada, criando preocupação entre alunos, professores e funcionários. Essa crise foi completamente superada após a aquisição da estrutura do Unicesp pelo grupo de educação Soebras, um conglomerado nascido em Montes Claros e gerente de diversas faculdades pelo país. “Toda vez que a gente fala como estamos hoje, lembramos de um passado não muito distante quando nós tivemos uma crise séria na Instituição... Nós já viramos a página. Estamos recuperando muitas das perdas que tivemos naquele período. O sentimento que eu tenho é que professores, alunos, todos os coordenadores estão entusiasmados querendo fazer o melhor” desabafa a coordenadora pedagógica Ana Angélica Paiva. O Unicesp oferece hoje mais de 20 cursos de graduação e cerca de 30 de pós-graduação, distribuídos em quatro campi, no Guará, em Taguatinga, Recanto das Emas e Terraço Shopping.

Centro Universitário
Essa recuperação torna-se clara pelo retomada do processo de transformação da faculdade em Centro Universitário. O processo iniciado em 2006 tramita no MEC e será submetido agora ao Conselho Nacional de Educação. A transformação em Centro Universitário traz algumas vantagens para a instituição e para os alunos, como explica a professora Ana Angélica. “Toda Instituição Universitária desenvolve algumas áreas. Ela desenvolve ensino basicamente, mas tem duas outras funções que é pesquisa e extensão. A Faculdade Isolada/Faculdade Integrada ela não tem o compromisso de desenvolver pesquisa, e não estou falando de pesquisa acadêmica aquela pesquisa que vocês fazem no âmbito das disciplinas. É uma pesquisa mais estruturada. Ela tem o compromisso com a produção de conhecimentos novos por meio de pesquisas. Então, o Centro Universitário fica mais ou menos entre a estrutura de uma Faculdade Integrada e uma Universidade. Mas tem o compromisso de desenvolver um ensino por excelência”. Os alunos e professores passam também a ter uma relação mais estreita, por conta do aspecto mais formal dos contratos e relações. “O perfil do docente do Centro Universitário tem um percentual muito rígido tem que ter 10% de professores, mestres e doutores, 10% de professores com tempo integral ou com tempo parcial. Em tempo integral o professor tem que ter 40 horas (de trabalho), dessas 40 horas ele atua em sala de aula só sessenta por cento, o restante ele tem que se dedicar à pesquisa e à projetos de extensão. Lógico, que tudo isso termina favorecendo uma melhor qualidade no ensino. Como Faculdades - via de regra, isso não é só o caso de nossa Instituição -todo mundo trabalha a maior parte com professores horistas. O professor vem e trabalha para ministrar aulas”.

Independência
Uma das conquistas da faculdade com a mudança é a independência. “Uma das questões muito pontuais que distingue a Faculdade é que o Centro Universitário vai ter autonomia para criar novos cursos e esses cursos serão avaliados pelo conselho da instituição”. Isso não significa menos fiscalização. “Nós já somos permanentemente avaliados pelo MEC. Cada vez que vem uma comissão vem avaliar um curso que está começando ou um curso em fase de reconhecimento tem uma série de exigências que a gente tem que atender. Existem, os chamados padrões de qualidade definidos pelo MEC e que gera uma pontuação. Isso todo o gestor, todo dirigente de uma Instituição têm que estar atento para isso”.
A professora Ana Angélica é muito otimista quanto às mudanças no Unicesp e vislumbra um grande futuro para a instituição, inclusive com a maior participação da comunidade guaraense. “Todo o aluno ganha quando a Instituição se aperfeiçoa. Agora em termos de pesquisa esse é um diferencial. Como a Instituição vai se comprometer a desenvolver mais pesquisa os alunos vão participar como auxiliares. Você desenvolve um ensino, você tem um conhecimento que existe aqui. Você traz um aluno para produzir um conhecimento que você desenvolve na disciplina dos cursos. A extensão é quando a Instituição tem que compartilhar com a comunidade benefícios desse conhecimento”. Hoje o Unicesp faz parcerias com o governo e com organizações não-governamentais apoiando cursos de informática e capacitação.
O novo Centro Universitário não afetará a mensalidade dos alunos. “As matriculas e as mensalidades seguem outro raciocínio. Existe uma legislação que regula isso. Esse reajuste de mensalidade só pode acontecer uma vez por ano de acordo com um índice que é definido pelo próprio governo, mas já tem alguns anos que não se pratica os reajustes nos índices oficiais”.

Educação

Especialistas defendem redução de burocracia para validar diplomas

Especialistas do Chile e da Holanda afirmaram ontem, em seminário realizado na Câmara, que os países precisam ter menos burocracia para reconhecer os diplomas universitários de outras nações. Para os participantes do seminário, a mobilidade de estudantes e docentes é muito grande atualmente, o que exige uma atitude diferente dos países em relação aos diplomas.
O seminário foi organizado pela Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional, em parceria com a Comissão de Educação e Cultura e com o Sistema Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo.
A avaliadora do Departamento de Reconhecimento da Organização Holandesa para a Cooperação Internacional na Educação Superior, Marjolein van der Heul, apresentou a experiência europeia de harmonização de sistemas educacionais. Segundo ela, a validação de diplomas na Europa leva em conta um contexto de mobilidade de alunos e de expansão do ensino superior, com base em diretrizes elaboradas em convenções e reuniões entre ministérios europeus da Educação, como o Processo de Bolonha (1999).
“O conteúdo de um curso tornou-se algo de menos importância, pois nunca serão idênticos entre dois países. Por isso, os programas são apenas comparáveis, e as pequenas diferenças são ignoradas”, disse a avaliadora...veja continuação na radio@camara.gov.br.

Fim da exigência do diploma de jornalista será tema de audiência pública

Matéria divulgada na rádio câmara em (24/08.
O fim da exigência do diploma universitário para o exercício da profissão de jornalista será debatido na próxima quinta-feira em audiência pública conjunta das Comissões de Educação e de Ciência e Tecnologia da Câmara.

O debate é uma iniciativa da deputada Raquel Teixeira, do PSDB de Goiás. Ela quer debater o aspecto educacional da questão e os desafios que as novas tecnologias impõem a um setor cada vez mais competitivo.

"Eu pessoalmente acredito na profissionalização e gostaria de discutir a qualidade dos cursos. O jornalista não tem só que ter clareza na escrita, qualidade de narração, ter senso de diagramação, ter domínio da linguagem e da gramática, ele tem que entender de economia, de religião, de filosofia, mas tem que acima de tudo ter comportamento ético, buscar a verdade e acho que os cursos de jornalismo são o caminho, o canal, se não estão fazendo isso, vamos repensá-los, mas acho que são o caminho para essa formação necessária"

Para o deputado Paulo Pimenta, do PT do Rio Grande do Sul, autor de uma PEC que restitui a exigência do diploma, é importante que a Câmara retome o debate do assunto.

Ele avalia que a discussão agora será diferente, porque houve reação negativa de setores da sociedade à decisão do Supremo.

"Há uma grande mobilização da sociedade brasileira, não só das faculdades de comunicação, mas de muitos segmentos da sociedade, inconformados com a decisão tomada pelo Supremo Tribunal Federal, e que estão trabalhando para reverter a decisão. Então, será um momento importante de discussão, de reflexão, de conhecimento da sociedade sobre essa matéria e acredito sim que temos todas as condições de avançar para desfazer esse equívoco do STF"

No dia 17 de junho, o Supremo Tribunal Federal decidiu derrubar a exigência de diploma e registro no Ministério do Trabalho para o exercício do jornalismo.

A resposta na Câmara foi rápida. Vinte e um dias depois, o deputado Paulo Pimenta, que é jornalista e tem o diploma, já havia conseguido a assinatura de 191 deputados para apresentar uma Proposta de Emenda à Constituição que restitui a exigência.

A PEC será relatada na Comissão de Constituição e Justiça pelo deputado Maurício Rands, do PT de Pernambuco.

Segundo Pimenta, o presidente da Câmara Michel Temer assumiu o compromisso de instalar a comissão especial que discutirá a matéria, assim que a proposta for aprovada.

Para o debate desta quinta-feira de manhã, foram convidados o ministro do STF Marco Aurélio; o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Cezar Britto; o presidente da Federação Nacional dos Jornalistas , Sérgio Murillo de Andrade; o Presidente do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo, Edson Spenthof; a Presidente da Associação Nacional de Jornais, Judith Brito; o presidente do Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras, Gilberto Selber; e o presidente da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão, Daniel Slaviero.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Temporão afirma que 192 pessoas morreram de gripe A no Brasil

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, acaba de atualizar para 192 o número oficial de mortos pelo vírus da gripe A (H1N1) no Brasil. Temporão participa, na manhã desta terça-feira, 11, de reunião da comissão geral sobre a pandemia da gripe, no plenário da Câmara de Deputados, em Brasília. De acordo com o ministro, os dados já demonstram que 77% dos casos de gripe no país são causados pelo novo vírus.

Dos pacientes que morreram, 17 eram gestantes. Temporão reafirmou que o ministério está negociando a compra de 18 milhões de doses de vacina - um milhão estarão prontas até dezembro e outras 17 milhões que serão produzidas no Instituto Butantã, em São Paulo, e estarão disponíveis no primeiro semestre de 2010.

O ministro afirmou ainda que os mais de 300 mil tratamentos completos para a gripe, já entregues pelo ministério aos estados, “atendem com folga” ao número de pacientes afetados pelo vírus, que estão em torno de 28 mil.

Google injeta 'cafeína' nas buscas


O Google decidiu "injetar cafeína" em seus serviços de busca para tornar as pesquisas mais rápidas e eficientes. O anúncio foi feito na segunda-feira através do blog da companhia, ao anunciar seu novo projeto, o Caffeine, com quase o dobro de velocidade.

De acordo com o Google, a ideia é substituir a atual tecnologia do gigante de buscas assim que a nova versão for testada. O visual da página não deverá mudar, mas estão previstas alterações radicais na forma como são indexados os sites.

A "arquitetura de nova geração para buscas", conforme classificou a companhia, é resultado de meses de pesquisa. Com isso, o Google tentou afastar especulações de que se trate de uma resposta à concorrência, notadamente após o lançamento do Bing, da Microsoft.

"Adoro competição em buscas e quero muito isso, mas essa mudança é resultado de meses", escreveu o especialista no assunto Matt Cutts, do Google. Para ele, o lançamento do Bing foi muito melhor para o Google do que para a Microsoft: "O Google continua na liderança e segue ditando o ritmo".