segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Condordo plenamente com a filósofa Marilena Chauí quando diz...

“Numa sociedade democrática, eu procuro o meu representante e digo as minhas reivindicações, de grupos e classe sociais. No Brasil, você vai, pede licença para entrar no gabinete do político, senta numa cadeira, espera quando der na veneta dele para ser atendido e pede um favor. Ou seja, o representante se torna superior a você, mandante do qual você recebe favores e ao qual você obedece. Isso é uma calamidade!”, afirma Marilena Chauí. “A noção republicana de representação é o contrario: a fonte de poder somos nós e o representante recebeu de nós um mandato. Por isso não podemos ter com ele uma relação de clientela e subordinação”.

Emagreça até 8 kg por mês

Fórmula caseira que emagrece até 8 kg por mês,
Ligue: (61)92596456 falar com Julciara.

Depoimento: eu, pesava 94 quilos, com apenas 15 dias tomando a fórmula dentro das medidas certas, já eliminei quatro quilos.
Julciara - estudante de jornalismo

Peça já o seu, e fique linda e aproveite o verão!

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Livro destaca fatos mais importantes da concretização do sonho de JK

Livro de jornalista que acompanhou a inauguração de Brasília destaca os fatos mais importantes ocorridos antes e depois de 1960, quando o sonho de Juscelino Kubitschek, literalmente, se concretizou

Adirson Vasconcelos, o autor: desde 1957, relatos minuciosos dos bastidores da construção da capital
Há exatos 50 anos, o então presidente Juscelino Kubitschek transmitia uma mensagem de ação de graças ao povo brasileiro. No mesmo dia, uma comissão de personalidades visitou JK para sugerir uma fundação que representasse o pensamento das elites intelectuais do país. Um ano antes, em 1958, chegava a Brasília um grupo de autoridades vindas de Anápolis (GO), no trem experimental para a futura capital. O dia 26 de novembro guarda momentos memoráveis em diferentes anos da história da capital. Estes e outros fatos estão registrados no livro Efemérides — As grandes datas de Brasília e JK, que será lançado amanhã na Biblioteca Nacional.

Exemplares antigos de jornais, livros e relatos de pioneiros detalham os acontecimentos que antecederam a inauguração de Brasília e fatos importantes dos anos seguintes. Tudo estava espalhado em centenas de publicações, gravações e vídeos. Durante seis anos, um jornalista organizou a maçaroca de informações em uma enciclopédia da cidade. Aos 73 anos, Adirson Vasconcelos lança o livro das efemérides, uma coletânea de dados com tudo o que se passou antes e depois do 21 de abril de 1960.

O autor guarda os blocos usados na apuração de reportagens no tempo em que mandava novidades de Brasília para o mundo. Em 1957, ele desembarcou no Planalto Central para escrever sobre a construção. A cada aniversário da cidade, o pioneiro montava uma pasta com jornais publicados no dia e lembranças da festa. Todo esse material foi resumido em itens e separado por dia. O dia 26 de novembro, por exemplo, tem 14 tópicos, de 1958 a 2010. De 1º de janeiro a 31 de dezembro, todos os dias do ano são acompanhados pelos fatos correspondentes. São 1.160 páginas da história da capital.

“O que eu tive por Brasília era paixão. Quando cheguei aqui, em maio de 57, já senti algo diferente”, lembrou Adirson. No primeiro contato com JK, em uma festa oferecida por Assis Chateaubriand, surgiu uma longa amizade. Dos encontros com o presidente, autoridades em visita a Brasília e com os candangos que construíam a cidade, saíram os textos que contariam o desenvolvimento da cidade.

Datas relevantes
Os tópicos referentes ao período de 1957 a 1960 mostram o empenho em concluir a obra a tempo. “Todo mundo tinha um ideal, era entusiasmado. JK colocou na cabeça de todos que estávamos construindo a capital do Brasil. Ele dizia: ‘Conto com vocês para a inauguração’”, lembra. Em 2003, o jornalista sentiu a necessidade de organizar os arquivos guardados em casa e escrever o livro que há muito vinha idealizando. “É um resgate que nenhuma cidade tem de seus fundadores”, comentou. Documentos oficiais, anais da Câmara e do Senado e registros antigos ajudaram no trabalho.

Os dias 21 de abril e 31 de dezembro ganharam tratamento especial do autor. “Me prendi nesses dias para deixar o leitor ciente do que aconteceu”, reforçou. Em 21 de abril de 1959, um ano antes da inauguração da cidade, foi aberta a primeira biblioteca pública de Brasília, na segunda avenida do Núcleo Bandeirante. Naquele dia, operários concretaram as lajes dos últimos pavimentos dos 14 primeiros blocos construídos no Plano Piloto.

A festa de inauguração, em 1960, é detalhada. Mais de 100 mil pessoas moravam no DF e presenciaram um espetáculo de fogos de artifício. A Arquidiocese e a Catedral Metropolitana foram instaladas no mesmo dia. Deputados e senadores realizaram sessões preparatórias, seguidas pela instalação solene do Congresso Nacional.
F. Elisa Tecles-CB-26/11/2009 09:15

domingo, 22 de novembro de 2009

Nossa familia está abraçando vocês, essa familia amiga, que tanto amamos...

"Que nestes dias de festas, a Paz e a Alegria reine em seu Lar. Proporcionando a você como todos que o cercam, ótimos momentos de Felicidade, Amor e União. São os mais sinceros votos." Que a reunião familiar realizada neste dia seja uma extensão de felicidade para todo o próximo ano. Que o amor reine pleno em sua vida Trazendo consigo uma felicidade infinita Feliz Natal".

Os primeiros caminhos rumo a Brasília...sonhos de Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek

Dono do primeiro hotel da Cidade Livre, José Carlos de Souza tem lembranças caudalosas de sua convivência com Bernardo Sayão. E esclarece como aconteceu a morte do motorista do engenheiro
Já era dia, quando o alto-falante acordou a Cidade Livre com o inacreditável: o engenheiro Bernardo Sayão estava morto. Era 16 de janeiro de 1959. Dono do Hotel Souza, o primeiro da cidade, José Carlos de Souza correu para o bar de Otacílio Gomes dos Santos, locutor e radioamador que transmitia o programa A voz de Brasília. O engenheiro que começou a construir Brasília, que estava abrindo a Transbrasiliana, que havia construído estradas no norte de Goiás nos anos 1940, havia sido abatido por uma árvore amazônica.

O dono do Hotel Souza conhecia o herói desde 1941, quando Sayão chegou a Anápolis(GO) para abrir caminho em direção à Colônia Agrícola Nacional de Goiás, projeto que integrava a Marcha para o Oeste, operação do presidente Getúlio Vargas para ocupar áreas esquecidas do país. Souza foi tratorista do engenheiro nos primeiros 56 quilômetros de estrada. Depois, decidiu voltar para Anápolis e o bandeirante moderno seguiu desbravando o sertão goiano, riscando linhas no Cerrado e deitando cascalho na estrada.

Encontraram-se novamente durante a campanha eleitoral de 1954. Sayão era candidato a vice-governador de Goiás e Souza havia sido nomeado prefeito interino da goiana Rialma. Dois anos depois, quando soube que Juscelino Kubitschek estava disposto a construir a nova capital em Goiás e que o ex-patrão se embrenhara no projeto, o ex-tratorista da Marcha para o Oeste foi para Luziânia tentar encontrá-lo. Filho de uma dona de pensão, ele mesmo proprietário de um hotel em Rialma, José Carlos de Souza pensou de imediato em montar uma hospedaria no canteiro de obras de Brasília.

Souza nem teve tempo de detalhar seu projeto a Bernardo Sayão. O engenheiro se adiantou: “Foi bom você vir. Você fica comigo esses dias, estou muito cheio de serviço. Pega a
José Carlos de Souza, à direita, conduzindo Bernardo Sayão
caminhonete. No caminho a gente vai conversando”. De Luziânia, passaram nas obras do Catetinho (construído em 10 dias) e de lá desceram até a hoje Candangolândia, onde alguns operários demarcavam uma pista para pouso de aviões de pequeno porte.

Desses dias, Souza guardou imagens das quais jamais se esqueceu: “O agrimensor já havia balizado a pista da Candangolândia, mas doutor Sayão não estava de acordo. Então, fui guiando a caminhonete e ele, com a porta aberta, ia arrancando as estacas, jogando fora e mandando fazer tudo de novo”. O engenheiro também não aceitou as demarcações do Palácio da Alvorada. E lá, do mesmo modo, ele foi tirando as estacas para que o local fosse novamente demarcado.

Daqueles primeiros dias do surgimento de Brasília, José Carlos de Souza, 88 anos, jamais se esqueceu do que viu: de dentro um avião de grande porte, na pista de pouso da Fazenda do Gama, saiu um caminhão cheio de madeira. Se a memória do velho goiano não o traiu, a lenda que correu o Brasil anunciando que, para construir a nova capital, Juscelino transportou tijolo de avião, tem sua razão de existir.

Passada a inauguração do Catetinho, em 11 de novembro de 1956, Bernardo Sayão perguntou a Souza: “Você quer serviço?”. Não era emprego que o goiano queria. “Quero fazer um hotel, doutor Sayão”, respondeu, ao que o engenheiro retrucou: “Não tem nenhuma área programada para hotel”. O motorista lembrou que não havia lugar para hospedar os visitantes e os que estavam chegando sem ainda ter onde morar. Sayão disse que iria tratar do assunto com o presidente da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). Israel Pinheiro não queria nenhuma aglomeração urbana ao redor de Brasília, mas acabou cedendo à ideia de um assentamento provisório de candangos, a Cidade Livre.

Estava, assim, autorizado o surgimento do primeiro hotel de Brasília, o Souza, construção em madeira na Avenida Central na esquina coma Travessa Dom Bosco, bem como o de uma cidade, que se pretendia provisória, ao lado da nova capital. Enquanto buscava material de construção em Anápolis, o ex-tratorista trouxe a família e montou uma barraca de lona de caminhão. Desde esse período, Souza e Tânia já atendiam os forasteiros: “Sempre tinha gente querendo comer, porque não tinha outro lugar”. Na véspera da Primeira Missa, em 3 de maio de 1957, o hotel estava lotado. Mais que isso: estava superlotado. “Era colchão no corredor, um atrás do outro. Coloquei colchão até debaixo da cama.”

O Hotel Souza, o primeiro da Cidade Livre: colchões no corredor e debaixo das mesas
Foram dois anos de muito trabalho, entre 1957 e 1959. Ao mesmo tempo em que cuidava do hotel, Souza atendia ao velho patrão de gestos impetuosos e capacidade de trabalho descomunal. “Ele chegava com a caminhonete cheia. Me dava a chave, dizia ‘leva ela para a granja’ e subia no primeiro caminhão que aparecia e pedia: ‘Me leva na Novacap’”. José Carlos de Souza testemunhou o desprendimento do engenheiro: “Doutor Sayão era um homem que chegava em qualquer casa, entrava pela porta adentro, ia destampando a panela no fogão, tirava um pedaço de frango e ia comendo. Às quatro da manhã, já tinha gente na porta da casa dele, esperando ele acordar pra pedir emprego. Era quando dava pra pegar ele em casa.”

O herói do Brasil que queria ser moderno já havia encantado um presidente da República (Juscelino), um dos mais consagrados escritores norte-americanos (John dos Passos), um intelectual brasileiro de primeira grandeza (Antônio Callado) e milhares de candangos de pele pintada de terra vermelha.

Naquele instante, entre a noite e o dia, em que o alto-falante da Cidade Livre anunciou a morte de Bernardo Sayão, o dono do hotel Souza sentiu “uma tristeza profunda”. Mas não ficou parado. Depois de correr até o bar do radioamador para confirmar a tragédia, Souza saiu para dar a terrível notícia à mulher de Sayão. Chegou à casa da Rua do Sossego, na hoje Candangolândia, e encontrou a empregada fazendo o café. Pediu para falar com dona Hilda, que apareceu de camisola como quem desconfia, pela voz do visitante, que algo grave havia acontecido. Souza se lembra apenas de a senhora Sayão ter pedido a ele que mandasse lacrar o caixão para que os filhos não vissem o corpo dilacerado do pai.

A tragédia viria acompanhada. Durante toda a noite seguinte, a Cidade Livre velou o corpo do herói de 1,84m e envergadura de estátua grega na capela do Padre Roque. Quando amanheceu e os candangos se preparavam para sepultar Bernardo Sayão, Souza mandou que o motorista Benedito Segundo tirasse o caminhão dos fundos do quintal e o pusesse diante da fachada principal do hotel. Funcionário da Novacap a serviço do engenheiro, Benedito ficava no hotel quando o patrão estava fora. O motorista de Sayão, até então silencioso, entrou no caminhão e, quando deu a partida, tombou sobre o volante. O motor rangeu rudemente. Benedito Segundo estava morto.

Os corpos de Bernardo Sayão e Benedito Segundo inauguraram o Campo da Esperança numa triste manhã de chuva e lama. Souza ajudou a carregar o caixão de Benedito, que seguiu atrás do de Sayão e foi sepultado ao lado do engenheiro. Era 17 de janeiro de 1959. Em agosto, ele vendeu o hotel. Na segunda-feira passada, na varanda de sua casa no Bairro Estrela Dalva, em Luziânia, ele contou essa história.
fonte:CB 21/11/09

Faça como a Águia...diante das diversidades da vida...

Quando as tempestades da vida. Surgem escuras à minha frente,
Me recordo de maravilhosas palavras, que uma vez eu li.
E digo a mim mesmo:

Quando pairarem nuvens ameaçadoras,
Não dobre suas asas
E não fuja para o abrigo.

Mas, faça como a águia,
Abra largamente as suas asas
E decole para bem alto,
Acima dos problemas que a vida traz.
Pois a águia sabe
Que quanto mais alto voar,
Mais tranqüilos e mais brilhantes
Tornam-se os céus.

E não há nada na vida
Que Deus nos peça para carregar
Que nós não possamos levar planando
Com as asas da oração.

E ao olhar para trás
Verá que a tempestade passou,
Você encontrará novas forças
E ganhará coragem também

Brasileiro lê apenas um livro por ano...

Um levantamento do Instituto Pró-Livro confirma que o brasileiro lê pouco. São 77 milhões de não leitores, dos quais 21 milhões são analfabetos. Já os leitores, que somam 95 milhões, leem, em média, 1,3 livro por ano. Incluídas as obras didáticas e pedagógicas, o número sobe para 4,7 – ainda assim baixo. Os dados estão na pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, feita com 5.012 pessoas em 311 municípios de todos os estados em 2007.

“O livro é pouco presente no imaginário do brasileiro”, explica o diretor do Livro, Leitura e Literatura do Ministério da Cultura, Fabiano dos Santos.

Nos Estados Unidos, por exemplo, a população lê, em média, 11 livros por ano. Já os franceses leem sete livros por ano, enquanto na Colômbia, a média é de 2,4 livros por ano. Os dados, de 2005, são da Câmara Brasileira do Livro (CBL) e do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), que integram o Instituto Pró-Livro.

Detalhes dos hábitos do brasileiro relacionados ao livro, revelados na pesquisa, atestam esta afirmação. O levantamento considera como não leitores aqueles que declararam não ter lido nenhum livro nos últimos três meses, ainda que tenha lido ocasionalmente ou em outros meses do ano.

Entre os leitores, 41% disseram que gostam muito de ler no tempo livre, enquanto 13% admitiram que não gostam. Também entre os 95 milhões de leitores brasileiros, 75% disseram que sentem prazer ao ler um livro, mas 22% sustentaram que leem apenas por obrigação.

Com as estatísticas nas mãos, Fabiano dos Santos diz que há dois caminhos a percorrer para fazer do Brasil um país de leitores: ampliar o acesso ao livro e investir na formação de leitores.

A pesquisa Retratos da Leitura no Brasil sugere que a maior influência para a formação do hábito da leitura vem dos pais, o que explica o fato de que 63% dos não leitores informaram nunca terem visto os pais lendo.

Por outro lado, o levantamento sugere que o hábito de ler é consolidado na escola e quanto maior o nível de escolaridade, maior o tempo dedicado à leitura. Entre os entrevistados com ensino superior, há apenas 2% de não leitores e 20% disseram que dedicam entre quatro e dez horas por semana aos livros. Este índice cai para 12% entre estudantes do ensino médio.

“É em casa e na escola, que os leitores são formados. Depois dos pais, os professores são os maiores incentivadores, mas poucos têm a experiência da leitura. E, neste caso, fazer do aluno um leitor é uma mágica”, diz o diretor do Livro do Ministério da Cultura.

O professor de Literatura Dilvanio Albuquerque considera que o desinteresse do brasileiro pelos livros não pode ser atribuído apenas à família e à escola. “O problema é mais amplo. Não podemos falar que a culpa é da instituição, seja ela familiar ou escolar, porque, na verdade, o problema é cultural”.

Para o professor, até entre os universitários, o hábito da leitura não é comum, inclusive nos cursos em que o contato com a escrita é fundamental. “Normalmente a universidade não oferece um bom acervo. Moramos em um país em que os livros são caros e de difícil acesso”, disse.
fonte: ab 21/11/09

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Sérgio Murillo, presidente FENAJ apresenta embargos contra a decisão STF

STF publica acórdão sobre o diploma. FENAJ prepara embargos

O Diário da Justiça do STF (Supremo Tribunal Federal) publicou nesta sexta-feira, (13/11), o acórdão do julgamento que extinguiu a obrigatoriedade da formação superior específica para o exercício do Jornalismo. A decisão do Supremo é de 17 de junho passado e deixou revoltados os jornalistas brasileiros e perplexa e apreensiva toda a sociedade. Na próxima segunda, o presidente da FENAJ, Sérgio Murillo de Andrade, reúne-se, em São Paulo, com o advogado João Roberto Pizza Fontes para discutir a possibilidade de apresentar embargos declaratórios sobre a decisão do STF.
Na interpretação do presidente da FENAJ o texto saiu sob encomenda dos patrões. "É um escândalo que o acórdão declare a inconstitucionalidade de um conselho ou uma ordem profissional que não estava sob julgamento", declarou. Para ele, a regulamentação continua em vigor e a necessidade do registro também. "Em que pese as manifestações públicas de ministro Gilmar Mendes contra a profissão, vamos seguir lutando no Congresso Nacional para restabelecer a exigência do diploma", disse Murillo. Com a publicação do acórdão, a Federação vai solicitar uma audiência com o Ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, para discutir como serão os procedimentos de registro de jornalista que o Ministério irá adotar.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Especialmente para minha irmã Maria Helena, residente em São Vicente - Litoral/SP.

Para que a modéstia? Reconheça teu valor…
És especial!!!
Mereces todas as glórias !!!
Orgulhe de ti mesmo!
és digna…
tudo conseguiste em virtude de teus méritos…
Lutaste!
Venceste!
Tantas e tantas vezes ficaste trite...
mas reagias sempre…
Reconheça …
Que pessoa maravilhosa que és…e merecedora dessa conquista
Dê-te então parabéns pela conquista hoje de um novo amanhã!!!
Plantas hoje a semente de uma colheita que será abundante…
Parabéns pela tua nomeação, tão esperada...
Bjs, Te amo!

Estudantes de jornalismo do Unicesp cobrem o evento

O Parlamento Jovem reúne 78 estudantes do ensino médio, entre 16 e 22 anos, de escolas públicas e particulares de todos os estados. Os jovens, selecionados após enviarem sugestões de projetos de lei, participam até sexta-feira de uma jornada parlamentar simulada que inclui apresentação de projetos e emendas, debates e votação nas comissões e no plenário. A cobertura do evento está sendo realizada por estudantes de Jornalismo do Unicesp do Distrito Federal.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Brasileiro testemunhou o muro cair


No quarto dia da série sobre os 20 anos da queda do Muro de Berlim, o Terra conta a história de Guarani Martins de Morais, brasileiro que foi testemunha do dia 9 de novembro de 1989. Após viver em Rostock, na antiga Alemanha Oriental, ele se mudou para Berlim para estudar e foi um dos milhares que cruzaram as fronteiras rumo a Berlim Ocidental.

O encerramento da série especial acontece na sexta, com uma reportagem que aborda o legado do Muro de Berlim. Ainda que a maior parte dos seus 155 km de extensão tenha sido demolida, parte intactas do muro tornaram-se pontos turísticos importantes de Berlim. A colaboradora do Terra na Alemanha, Julia Dócolas, percorreu esses locais e descreve cada um deles.

O material é complementado com um grande infográfico, com mapas da Alemanha dividida, ilustrações que mostram como funcionava o muro, os personagens da construção e queda da barreira, descrições das tentativas de fuga e mortes, além de cronologia, fotos e um quiz para os internautas testarem seus conhecimentos.

Ossis x Wessis
A série iniciou na segunda-feira, com duas reportagens apresentando as diferenças entre "ossis" e "wessis", a denominação alemã para as pessoas que nasceram na Alemanha Oriental e Ocidental, respectivamente. O texto fala sobre as diferenças sociais que ainda estão presentes no país e sobre o clima de rivalidade que existe entre os dois lados.

Nesta terça-feira foi publicada a história de Christoph Kulicke, músico berlinense da antiga Orquestra Sinfônica de Berlim. Neto de pastor e sem uma relação estreita com a política vigente, Kulicke e sua família sofreram com a perseguição da Stasi por não serem membros dos movimentos políticos de apoio ao regime socialista.

No terceiro dia da série de reportagens especiais, o Terra trouxe dois artigos assinados pelo historiador Voltaire Schilling. O primeiro conta como foram as manifestações ocorridas em outubro de 1989 em Leipzig, que precederam a queda do muro, e o segundo narra os acontecimentos da noite do dia 9 de novembro de 1989.

AMBr 50 anos – Desde 1959 fazendo história em Brasília

Tive o prazer de compartilhar na elaboração dessa grande obra
Leia...

Ao completar 50 anos, a Associação Médica de Brasília queria contar a sua história e o Escritório de Histórias foi encarregado de dar forma a esse sonho. A decisão foi unânime: ninguém melhor do que aqueles que tiveram participação nos diferentes momentos pelos quais a AMBr passou para ajudar a reviver os fatos mais marcantes. Assim, foram entrevistadas mais de 30 pessoas entre presidentes, diretores, associados, funcionários e colaboradores, além de médicos que exerceram papéis importantes para a construção da Medicina na jovem capital do Brasil. Histórias, “causos” e lembranças foram mesclados à história de Brasília, inaugurada em 1960, mas que desde o início da construção contava com o trabalho valoroso de médicos idealistas, que apostavam no sucesso da empreitada no Planalto Central.

“Um mundo de poeira e vento. Isso era o que se via no início da construção de Brasília, quando os primeiros médicos chegaram para trabalhar na nova capital. Quem chega hoje à cidade, talvez pense nesses tempos como algo distante, acontecido há muito tempo. 50 anos se passaram desde a fundação da AMBr e nesse tempo, a Associação encontrou espaço para se fortalecer e crescer, assim como a cidade que ajudou a construir. A medicina daqueles tempos, as dificuldades, a evolução do trabalho médico e a trajetória da Associação Médica de Brasília se misturam na narrativa e levam o leitor a percorrer os muitos caminhos que levaram ao sucesso de uma entidade pioneira que completa meio século com muito a comemorar.” (texto impresso na contracapa do livro “AMBr 50 anos – Desde 1959 fazendo história em Brasília”)

O livro “AMBr 50 anos –Desde 1959 fazendo história em Brasília” foi ricamente ilustrado com fotografias da jovem cidade, obtidas junto ao Arquivo Público do Distrito Federal e aos acervos particulares gentilmente cedidos por alguns dos entrevistados, além do acervo da própria AMBr. A narrativa é dirigida tanto aos que participaram da construção e desenvolvimento da cidade e da entidade quanto aos que chegaram depois e, através do livro, poderão embarcar numa viagem pelos 50 anos da AMBr e da medicina de Brasília.
acesse o blog.escritoriodeestorias.com.br